OK, só pra não dizer que não falei de flores… Quem precisa mesmo de tratamento?
Esta foi com o back Phase One, aquele mesmo que andava me pregando peças. Me lembra bastante o resultado do Kodak EPP 120, filme típico de editorial de revistas. O assunto deste post é o mesmo daquele post abaixo, só mudam a luz, makeup e a câmera.
Quando a foto é mais aberta, uma luz decente já traz o que é necessário, não?
Zero de tratamento.
E quando a foto é mais “comportadinha”, com o make certinho, os publicitários reclamam menos!…
Para ver a imagem em detalhes, clique aqui!

Bom, está rendendo! O Danilo, do Let’s Blogar, postou uma matéria sobre a “tendência” do não-tratamento, e agradeço a citação!
Visitem o blog dele, que é show: http://tinyurl.com/cubsec
Olá Clício,
Curto fotografia, estou começando a trabalhar profissionalmente a pouco tempo e gostando muito da área! sempre ouvia falar seu nome nas aulas de foto e muito bom ter encontrado teu blog pelo twitter!
Gostei do post sobre photoshop! realmente é um assunto que está na pauta de muitos coletivos e rodas de fotógrafos!
Abraço pela iniciativa!
Acompanharei o blog!
Igo Bione
Ai, ai, Deus é Pai!
Eu que passei o fds “fotoxopando” clientes cheia de espinhas, cravos e brotoejas fiquei sonhando com um retorno ao passado vendo este Post…
Mas modelo bontinha e de pele boa também ajuda, né?
Valeu!
Clicio,
todos os detalhes preservados! Muito bom. E o Phase One funcionando direitinho ajuda bem!…rs
Como você citou, publicitário gosta mesmo é do comportado: pouca saturação, pouco contraste e o “make certinho”. Difícil de agradar.
abs
Clício, tenho batido nesta tecla com vários amigos publicitários.
Muitos achavam que era coisa de maluco: fotógrafo defender a “imagem crua” (RAW heheheheh).
Bem, nada como o tempo para mudar tendências e alterar verdades.
Ainda estamos longe de uma fotografia publicitária mais “verdadeira” ou realista, mas acho que é uma visão que será mais valorizada cada dia que passa.
Parabéns pelos posts sobre o assunto (nem vou parabenizar teu trabalho, pq é chover no molhado).
Grande abcs e sucesso.
Realmente é um retorno (saudável) às metodologias antigas. Se dava pra fazer com cromo, por que diabos não daria pra fazer com a alta tecnologia das câmeras de hoje?
Mas, Clicio, mata uma curiosidade aqui: “Sem Photoshop” significa sem “Lightroom” também? O RAW tem que ser convertido, obviamente. O RAW precisa que se estabeleçam os parâmetros de conversão… Já que tenho que aplicar uma curva, aplico a melhor e mais adequada, certo?
Pergunto porque sei que muitos acham que isso é “Photoshop” e, certamente, estão entendendo que você está fotografando em JPG, o que eu não acho que seja o caso.
Abraços.
Geraldo,
Certamente que não! JPEG nunca!
Não faço apologia a este ou aquele programa, mas sim a uma fotografia menos dependente da pós-produção. Considero o Raw uma imagem latente, a ser revelada; o ACR, o Lightroom, o Capture One são os laboratórios, que substituem o “automático” que é o JPEG da câmera.
Eu jamais fotografo em JPEG.
Mas é claro que uso o Lightroom, o ACR e quando é preciso (e muitas vezes é preciso), o Photoshop, sem dúvida!
Parabéns Clicio pela coragem e ousadia em fazer fotos sem praticamente nenhuma edição.
Não tenho nada contra Photoshop, até uso bastante, mas é sempre bom ver fotos de pessoas como elas realmente são e não aquela coisa “fabricada” com aquela pele de boneca de cera.
Particularmente não gosto daquele estilo “playboy americana” onde as mulheres ficam todas com a mesma textura de pele, parecendo artificiais.
Um grande abraço
Médio formato e nenhuma manipulação… é o paraíso! Para mim – e eu achava que tinha perdido esse bonde – é um alento ver o ciclo.
Mesmo em um degrau abaixo, num mundo de mentalidades e sensores bem menores, já é possível ver alguns detalhes da pele e até (pasme-se) umas ruguinhas! E isso nos pôsteres das lojas de departamentos.
É bom ter uma boa notícia de vez em quando.
LEGAL, sem Photoshop. mas e daí? a que leva essa discussão? tirando a bobageira técnica, o que a foto quer passar? que história ela conta?
francamente…
Há poucos dias, Leo Caobelli me mostrou uma imagem dele (em RAW) antes do tratamento e falei: “Tá legal, tá parecendo aqueles negativos coloridos…”
E tava legal mesmo. A tratada (bem pouco, só o básico) estava muito melhor, é claro.
Achei engraçado você citar a coisa do filme. Lembrei na hora.
Com falaram aí em cima uma modelo bonita com pele boa realmente ajuda, mas uma coisa que eu sempre defendi é fotografar corretamente, pensando em ter a exposição correta, o brilho no lugar que deve estar e tudo o mais. Não suportoa fotografia preguiçosa de quem quer resolver tudo no Photoshop.
No meu trabalho muitas vezes me deparo com prazos curtos, acabo fraquejando na luz e resolvendo na pós.
Médio formato digital é o paraiso. Trabalho diariamente com uma Hasselblad H3DII e acho fenomenal, mas o workflow…
Parabéns pelo trabalho Clício.
Só eu que achei a calcinha destoante de todo o conjunto? Biker-grandma style? Muita atitude pra pouca lingerie! Fora o detalhe, curti todo o resto. congrats! [ ]s ig
Mas Ig,
a foto é *exatamente* a lingerie!
O projeto é fotografar as meninas do jeito que elas chegam no estúdio, ou do jeito que saem. As vezes sem maquiagem, as vezes com a maquiagem já borrada, as vezes com alguma peça de produçao que acabam ganhando. Neste caso, a Ellen chegou e a roupa (dela) forma um conjunto dissonante com a lingerie (dela), o que torna tudo mais interessante.
Abraços, e obrigado pela visita!
Pergunto: ela escolheu a pose?
Essa questão da pose penso ser bem interessante, porque ao escolherem suas poses as pessoas encenam a idéia que têm de si mesmas.
Ivan,
Sim, ela “interpretou” a si mesma.
Estou entrando em uma fase de “não-direção”, onde as pessoas tentam ser elas mesmas (ou melhor, mostrando para a câmera uma imagem que querem projetar, ou que “pensam” ser elas mesmas; como se isso fosse possível…).
De qualquer forma, ela literalmente “vestiu a roupa” que estava usando…
Abraços!
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