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Archive for the ‘Tecnologia’ Category

Paraty em Foco 2009 - 5º Festival Intenacional de Fotografia

É com enorme satisfação que, participante que sou da blogosfera do Paraty em Foco, tive a honra de inaugurar o novíssimo blog colaborativo do Festival Internacional de 2009 (5º edição). Começamos bem, com um monte de matérias e uma reveladora entrevista com a fotógrafa francesa Claudine Doury.

©2009 Claudine Doury
©2009 Claudine Doury

Claro que sendo uma empreitada colaborativa, os nomes dos organizadores e participantes não poderiam ser melhores: Cia de Foto, Garapa, Olha vê, Images & Visions, Camera 16, Fotograficaminhamente, e o Estúdio Madalena.
Pelo conteúdo do blog e os nomes envolvidos, o Paraty em Foco 2009 traça o caminho certo para mais um sucesso!
Para informações sobre o Festival, workshops e inscrições, clique aqui!
Para ver o blog Paraty em Foco, clique aqui!
Para ver o Flickr dos convidados, clique aqui!

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Podcast 09 - Catálogos no Lightroom 2.

Podcast 09 - Catálogos no Lightroom 2.

Assistir o Episódio 09 online – Gerenciando Catálogos
Para que o Lightroom trabalhe mais leve e seja mais rápido, uma boa estratégia de catálogos é fundamental.
Vamos ver como criar, gerenciar, exportar, importar e sincronizar catálogos no Lightroom 2!
Este episódio pode ser visto online ou baixado para seu computador ou celular.
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Para ver todos os episódios do podcast, clique aqui!

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Skin Softening - Podcast em inglês

Skin Softening - Podcast em inglês

Não, não precisa ficar preocupado!
Vai haver uma versão em português, que já está em fase de acabamento.
Mais uns dias…. Eu aviso!
De qualquer forma, fizemos uma versão “globalizada”, em inglês, e este episódio fala de suavização de pele direto no Lightroom 2.0.
Há uma outra versão (reduzida e de menor qualidade e tamanho) rodando pelo YouTube, que pode ser vista aqui.
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Versão em alta (inglês): Clique aqui!
Versão YouTube (inglês): Clique aqui!

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Stock by ©2009 Clicio Barroso

Stock by ©2009 Clicio Barroso

O Ignácio Aronovich (o Ig!), do Lost.Art, mandou o link para a lista da Fototech; a galera deu uma olhada, releu, comentou… e o assunto está bombando.
Quem disse que foto na Internet tem que custar mais barato que foto impressa?
Como isso pode acontecer, se as grandes empresas editoriais estão fechando suas edições impressas e as substituindo por edições na Web?
Por que 72ppi vale menos que 300ppi?
Por que o Google tem direito de publicar nossas fotos de graça? E lucrar milhões com isso?
Bom,  em seu blog, o “Toughts of a Bohemian”, o Paul Melcher afirma claramente que o problema (na verdade, a responsabilidade) agora passou a ser dos próprios fotógrafos. Que são acomodados, reclamões e não se tocam que o mundo mudou, segundo ele.
Melcher parece saber o que fala; desenvolveu o primeiro sistema de entrega de fotos em alta resolução na LGI, e vendeu o sistema para a Corbis; foi CEO de vendas da Digital Railroad, e agora é CKO da Zymmetrical, um banco de imagens que pretende (sorry…) desbancar os grandes.
O que já me deixa meio desconfiado… dono de banco de imagens…mas tire suas próprias conclusões.
No mesmo blog, Melcher propõe um manifesto mundial dos fotógrafos, o “Manifesto for a Photographers Revolution”, que começa assim:

“The right to photograph what they want where, where they want, when they want.
The right to work for whatever company they so desire without the risk of loosing their jobs elsewhere.
The right to be compensated fairly ….”

Segundo a discussão rolando na Fototech, o manifesto seria utópico (para muitos), ou perfeito (para alguns).
Outros sugeriram o gumgum como solução… Será?
O Alessandro Dias também já publicou em seu blog…
Vai lá no Toughts of a Bohemian, dá uma olhada, e volta aqui pra comentar!
Ou você quer ficar a ver bolinhas ???

Aproveitando o assunto, o Ig ontem postou na lista Profoto  alguns links pertinentes, aqueles que todos os fotógrafos, assistentes ou wannabes deveriam saber de cor:

Advice For Young Photographers:

http://is.gd/xF8b

The Value of Photography:
http://is.gd/xF8s

Chaos, Fear,  Survival & Luck:
http://is.gd/jeaq

The Best things I’ve Learned in the Business:
http://is.gd/xF94

How to Fail as a Photographer:
http://is.gd/xFbh

The Cloud is Falling:
http://is.gd/xFbz

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Podcast de Palavras-chave no Lightroom 2.0

Keywords no Lightroom 2.0

Assistir o Episódio 07 online – Keywords
Palavras-chave, ou keywords, são absolutamente necessárias no universo digital.
Tire suas dúvidas sobre como adicionar, criar, gerenciar, importar, exportar e usar as palavras-chave no Lightroom 2.0; elas são fundamentais tanto para a própria busca do Lightroom, quanto para vender mais fotos nos bancos de imagens como Getty, Corbis e Photoshelter.
Neste episódio, grande (+ de 20 minutos), vamos até criar um vocabulário controlado hierárquico!
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Sony Alpha 900 em corte

Sony Alpha 900 em corte

Cara de câmera de filme; pentaprisma alto, pegada boa, peso regular.
As minhas primeiras impressões com a Sony Alpha 900 foram de conforto, de intimidade. Os botões se encaixam nos dedos, a ergonomia é ótima, e o pentaprisma… Lindo!
A objetiva é uma covardia; zoom Carl Zeiss Vario-Sonnar 24~70mm f2.8 da série T*, boca de 77mm, garantia de boa óptica.
Autofoco preciso e silencioso, rápido. O visor LCD é grande, e os botões são poucos e bem posicionados. Insisto; a câmera é simples como uma câmera de filme. Tem o joystick mais preciso dentre todos os que já testei, uma tela de “Quick Menu” genial (só os comandos mais importantes, acessíveis diretamente), e o mais bacana, um mecanismo anti-vibração no próprio corpo! Isso significa que qualquer objetiva pode se beneficiar do redutor de movimentos incorporado. E este funciona como prometido…
O visor óptico também é excelente com 99% de visibilidade real, dioptria regulável, marcadores de foco e dos crops bem visíveis. Aliás, a câmera pode ser colocada em modo “proporção wide screen 16:9” ou em modo “proporção normal 3:2”. Há as marcas de crop para objetivas formato APS e para as proporções.
Ao se clicar, nada de shutter delay, resposta instantânea. Usando um cartão Sandisk Ultra de 8Gb, a demora para gravar o arquivão de 25Mpx é preocupante, mas o buffer segura bem, e mesmo conectada aos flashes de estúdio e clicando bem rápido, a Alpha 900 acompanhou o ritmo sem vacilar.
O visor LCD tem um vidro especial que suja bastante, parece um iPhone.
Os menus são fáceis e a maior novidade é o “D-RangeOptimizer”, um filtro Shadow/Highlights embutido no software da Sony. As preferências e personalizações podem ser gravadas, e em minutos já se está fotografando com segurança.
Raw e cRaw (o Raw compactado da Sony) demoram o mesmo tempo para gravação, mas o cRaw economiza espaço de armazenamento sem perda de qualidade. Os resultados de resolução óptica são os melhores que já vi em digitais deste porte, e o Simon Joinson do DPreview diz que “a resolução real da Alpha 900 se tornou o parâmetro a ser batido”.
Mas se a eletrônica, mecânica e ótica são impressionantes, o sensor talvez possa ser melhorado; apesar de perfeito no ISO padrão (ISO 200), talvez pelo diâmetro pequeno dos fotossensores (menos de 6micra), o ruído aparece nos ISOs mais altos (a partir de ISO 800). Nada que outras câmeras não tenham, mas pode ser um fator a ser levado em consideração para fotógrafos que precisem de ISOs altos; eu nunca uso nada mais que ISO 200, então isto não me preocupa.
A Sony posiciona a máquina como sendo para amadores avançados (seja lá o que isso queira dizer!), mas ela pode tranquilamente ser comparada, com vantagens, com as cameras mais usadas por profissionais no Brasil.
Estas são apenas as minhas primeiras impressões; mais adiante escrevo uma resenha completa.
Pala ilustrar a capacidade da câmera “direto da caixa”, esta abaixo é uma fotinho de família, um Raw sem nenhum tipo de alteração.

Werner Hartfiel, por Clicio

Werner Hartfiel, by Clicio. Sony Alpha 900 + Zeiss

Links:

Review completo do DPreview aqui


Comprar Sony Alpha 900 aqui

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Acho que vale o esclarecimento.

Quando mostro as fotos-exemplos do que estou pesquisando, é apenas um demonstrativo visual, complementar ao texto. As fotos aqui postadas não são o meu portfólio; este blog não é o Flickr.
Isso posto, vamos ao que interessa.
O que muitos estão propondo, pela blogosfera afora, é um certo cuidado ao usar os programas de tratamento de imagem. Até onde eu posso entender, ninguém é contra este ou aquele software, mas sim contra o uso indiscriminado e, muitas vezes desnecessário do tratamento de pós-produção.
Entenda-se por pós-produção não o processamento da imagem, que é absolutamente necessário para que se produza o resultado pretendido; considero o Raw o meu cromo não-revelado, ou o negativo antes da ampliação. Posso alterar contrastes, corrigir desvios de cor, posso fazer cross-processing, posso escolher o “filme” com que vou trabalhar. São decisões técnicas e estéticas fundamentais no processo criativo do fotógrafo. O ACR (parte do Photoshop), o Lightroom, o Capture One, são programas que substituem o laboratório químico; logo precisam ser usados, já que fotografo apenas em Raw.
A pós-produção a que estou me referindo é a modificação substancial da imagem, a troca de texturas, as mudança de fundos, o acréscimo ou retirada de elementos pertencentes a imagem.
Vamos considerar meu caso; fotografo mulheres. Posso trocar completamente a pele natural por uma artificial; posso modificar totalmente a maquiagem; posso usar ferramentas como o Liquify para alterar formas, volumes, emagrecer. Não importa o programa que esteja sendo usado para isso, será que o nosso olhar está tão embotado, tão viciado que seja *sempre* necessário?
Acredito sinceramente que não.
O segundo problema é mitificar uma ferramenta poderosa como o Adobe Photoshop, e achar que “a culpa” é dele.
Virou até verbo! Escuto a frase “vou fotoshopar fulana” todos os dias. Modificar substancialmente uma imagem não é prerrogativa só do Photoshop, mas uma decisão consciente e intencional desde que a fotografia surgiu no século XIX.
O que estou querendo é construir minhas imagens da melhor forma possível usando a captura fotográfica, processar estas imagens com as ferramentas que possuo (ACR, Photoshop, Lightroom), e finalmente corrigir ou alterar, no Photoshop ou em qualquer outro programa de pós-produção, o que for absolutamente necessário.
Como disse, costumo fotografar mulheres; espinhas no rosto de uma mulher *não são parte permanente* deste rosto, são temporárias, vão sumir com o passsar do tempo. Não contam a história de quem é esta mulher sempre, portanto não vejo problemas em removê-las; já uma pinta, uma marca de nascença, são sinais permanentes, signos visuais que nos ajudam a identificar o fotografado. Vejo muitos problemas em removê-las!
Para encerrar, é uma questão conceitual e não operacional ou técnica; sou fã confesso e notório do Photoshop, uso porque gosto e porque ele é absolutamente fundamental em meu workflow, mas quero usá-lo da melhor forma possível, aprimorando minhas imagens sem desfigurá-las.
O pós-tratamento não é o vilão, mas sim a falta de consciência fotográfica.
Acho que tem muita gente que pensa como eu, e os comentários dos posts abaixo parece que confirmam essa impressão.

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