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Archive for the ‘Photoshop’ Category

Adobe® Lightroom 3 Beta

Adobe® Lightroom 3 Beta | Foto: Pepe Mélega - Panasonic GF1

A Adobe® acaba de disponibilizar sua nova versão 3 do Lightroom®, ainda Beta, para feedback dos usuários.
O link para download é no site Adobe Labs, e uma série de mudanças devem ser testadas em relação a versão atual, a 2.5.
Não é necessário possuir uma licença para usar esta versão Beta.
Atenção: Esta versão é apenas de testes, provavelmente com todas as configurações e ferramentas diferentes da versão final.
O mais importante é não importar seus catálogos de versões anteriores para o LR3 Beta, e não usar esta versão para trabalhos do dia-a-dia.

10 principais destaques:
1-) Performance e qualidade de imagem; o aplicativo foi reescrito para que um único catálogo possa ser usado, sem perda de performance, com os arquivos de alta resolução e peso das câmeras modernas. Mais imagens podem ser gerenciadas nesse catálogo. No quesito qualidade, um novo algoritmo de “demosaicing” foi utilizado no processamento de imagens Raw (ou DNG), privilegiando tanto a redução de ruídos quanto a nitidez; é possível a escolha do novo processamento ou do antigo, em imagens já processadas anteriormente em outras versões do programa.
2-) Janela de Importação: Totalmente redesenhada, com versão expandida ou compacta, mais integrada com o visual do LR e mais intuitiva.
3-) “Publish Collections” que fazem upload de imagens para o Flickr e iPhones, direto do Library. Possibilidade de ler os comments do Flickr de dentro do Lightroom.
4-) Nova ferramenta de grão (Grain) e vinheta (Vignette) com mais controles, “Color Priority” e “Highlight Priority”.
5-) Exportação do Slideshow, em formato .mov, com música, H.264 movie format.
6-) Marca d’água flexível, com diversas opções de posicionamento e efeitos.
7-) Backup ao encerrar o programa, ao invés de backup no início (adorei essa!).
😎 Lightroom 3 importa arquivos CMYK.
9-) Coleções no módulo Develop.
10-) Qualquer cor pode ser usada como fundo da imagem no módulo Print.

Lightroom Beta e o Adobe Camera Raw: O processamento avançado do LR3 ainda não está implementado no ACR; ao usar o LR3 para processamento de suas imagens, o resultado pode ser bastante diferente do resultado do Camera Raw 5 plugin. Este sincronismo só vai acontecer na versão final do Lightroom 3.

ATENÇÃO: NÃO USE o LR3 Beta para seu trabalho, esta é apenas uma versão de testes.

Links para informações mais detalhadas deste lançamento:
Tom Hogarty – Lightroom Journal Blog
Adobe (fórum) – Lightroom 3 at Labs
Sean McCormack – Lightroom Blog
Richard Earney – Inside Lightroom
Jeffrey Friedl – Jeffrey Friedl’s Blog (Plugins)
Victoria Bampton – Lightroom Queen
Gene McCullagh – Lightroom Secrets
Melissa Gaul – Melissa’s Twitter
Ian Lyons – Computer Darkroom
John Beardsworth – Beardsworth News
Download do Lightroom 3 – Adobe Labs

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Episodio 11 - Integrando o LR com o CS4

Episodio 11 - Integrando o LR com o CS4

Assistir o Episódio 11 online – Integração LR2/CS4
Para carregar diversos arquivos como layers, fazer panoramas, criar HDRs e converter imagens para Smart Objects, você não precisa fechar o Lightroom, pois a integração com o Photoshop CS4 permite que os comandos sejam disparados de dentro do Lightroom. Porém, para automatizar procedimentos mais sofisticados com actions, um droplet tem que ser chamado no momento de exportar do Lightroom; veja como é fácil!
Este episódio pode ser visto online ou baixado para seu computador ou celular.
RSS direto para subscrição (iTunes, iPhone, iPod, browsers, mail)
Para ver todos os episódios do podcast, clique aqui!

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@2009 Clicio Barroso

@2009 Clicio Barroso

Fotinho de beleza realizada ao vivo durante o Photoimagebrazil 2009.
Modelo: Ellen Melo
Make up: Giuliano Rezende
Assistência: René Lentino
Produção: Renate Hartfiel
Apenas um retratão clássico da Ellen, com a Sony Alpha 900, e a Zeiss 85mm 1.4; a câmera estava conectada diretamente ao Lightroom, e a importação foi transparente, uma vantagem do software da Sony, que é enxuto e rápido. Os flashes da Mako responderam bem rápido e a luz, neutra.
Como a idéia era mostrar um processo publicitário, os softwares tradicionais de edição como o Adobe Lightroom e o Adobe Photoshop foram usados.
Com arquivos de 25Mpx em Raw, não é muito comum se fazer ao vivo, pois as variáveis são muitas e nem todas podem ser controladas rapidamente; como durante o workshop a intenção era trabalhar a imagem, mostrando a integração do Lightroom 2.0 com o Photoshop CS4, o Raw era a única alternativa de qualidade.
Clicando-se na foto ou aqui, um exemplo em resolução mais alta pode ser visualizado.

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Ticiane Pinheiro, sem umbigo. Foto Luis Crispino. Estagiário de Photoshop desconhecido...

Ticiane Pinheiro, sem umbigo. Foto Luis Crispino.

O Photoshop comeu?
🙂
A foto foi publicada na Isto É Gente.
Talvez seja normal, não sei, mas ausência total de umbigo não costuma ser natural… Tenho minhas dúvidas!
Forte candidata ao Photoshop Disasters?

UPDATE! Estão me escrevendo em PVT dizendo que é assim mesmo, que umbigo de grávida some.
Tenho três filhas de duas mulheres e os umbigos, em meu caso, não sumiram. Claro que posso estar enganado…
UPDATE 2! Andréa Câmara nos envia dois links de fotos em que a Ticiane está de frente, mostrando a barriga, e o umbigo realmente quase desapareceu; nestas fotos que ela enviou, acredito que não haja tratamento de imagem. Portanto…
A Ticiane perdeu o umbigo e *não foi culpa* do Photoshop! (acho…)
O link: http://ofuxico.terra.com.br/admin/smarty/templates/img_upload/2009/06/Lucilia%20Diniz,%20Melissa%20Wilman%20e%20Ticiane%20Pinheiro%203g.jpg

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Lightroom 2, por Clicio Barroso

Lightroom 2, por Clicio Barroso

Bom, afinal saiu o livro do Adobe Lightroom 2, que eu estava devendo a todos… As duas primeiras edições foram bem e se esgotaram, e esta nova edição foi totalmente reescrita, ganhando mais 60 páginas, imagens maiores e uma diagramação mais leve e didática.
Estou contente com o resultado.
Apesar de seguir uma ordem de uso cronológica, importando, processando, imprimindo, exportando, o livro também pode ser usado como referência, possibilitando tirar as dúvidas mais comuns consultando-se diretamente os capítulos correspondentes. Várias dicas acompanham cada capítulo, e alguns truques que podem acelerar o trabalho estão por todo o livro.
O mais bacana são as ferramentas de uso localizado, que permitem a criação de máscaras para ajustes em pequenas partes da foto, facilitando a edição e processamento da imagem.
O livro já está sendo vendido em minha lojinha online e no site da editora.
Espero que os leitores façam bom uso, pois deu muito trabalho escrevê-lo!
🙂

Update: Já se tornou um best seller no segmento, e me deixou bem feliz!

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Paraty em Foco 2009 - 5º Festival Intenacional de Fotografia

É com enorme satisfação que, participante que sou da blogosfera do Paraty em Foco, tive a honra de inaugurar o novíssimo blog colaborativo do Festival Internacional de 2009 (5º edição). Começamos bem, com um monte de matérias e uma reveladora entrevista com a fotógrafa francesa Claudine Doury.

©2009 Claudine Doury
©2009 Claudine Doury

Claro que sendo uma empreitada colaborativa, os nomes dos organizadores e participantes não poderiam ser melhores: Cia de Foto, Garapa, Olha vê, Images & Visions, Camera 16, Fotograficaminhamente, e o Estúdio Madalena.
Pelo conteúdo do blog e os nomes envolvidos, o Paraty em Foco 2009 traça o caminho certo para mais um sucesso!
Para informações sobre o Festival, workshops e inscrições, clique aqui!
Para ver o blog Paraty em Foco, clique aqui!
Para ver o Flickr dos convidados, clique aqui!

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Detalhe do Raw no "Olha, vê" - ©2009 Clicio Barroso

Detalhe do Raw no "Olha, vê" - ©2009 Clicio Barroso

O “Olha, vê”, de Alexandre Belém, está mostrando os Raws de vários fotógrafos, com a mesma foto editada, logo em seguida.
Já foram o Caio Guatelli, o Eugênio Sávio, depois os meninos da Cia de Foto, e agora chegou a minha vez.
Se quiserem comentar lá, o link é: Mostre seu Raw | Clicio Barroso
Comentários são *sempre* bem-vindos…
🙂

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Acho que vale o esclarecimento.

Quando mostro as fotos-exemplos do que estou pesquisando, é apenas um demonstrativo visual, complementar ao texto. As fotos aqui postadas não são o meu portfólio; este blog não é o Flickr.
Isso posto, vamos ao que interessa.
O que muitos estão propondo, pela blogosfera afora, é um certo cuidado ao usar os programas de tratamento de imagem. Até onde eu posso entender, ninguém é contra este ou aquele software, mas sim contra o uso indiscriminado e, muitas vezes desnecessário do tratamento de pós-produção.
Entenda-se por pós-produção não o processamento da imagem, que é absolutamente necessário para que se produza o resultado pretendido; considero o Raw o meu cromo não-revelado, ou o negativo antes da ampliação. Posso alterar contrastes, corrigir desvios de cor, posso fazer cross-processing, posso escolher o “filme” com que vou trabalhar. São decisões técnicas e estéticas fundamentais no processo criativo do fotógrafo. O ACR (parte do Photoshop), o Lightroom, o Capture One, são programas que substituem o laboratório químico; logo precisam ser usados, já que fotografo apenas em Raw.
A pós-produção a que estou me referindo é a modificação substancial da imagem, a troca de texturas, as mudança de fundos, o acréscimo ou retirada de elementos pertencentes a imagem.
Vamos considerar meu caso; fotografo mulheres. Posso trocar completamente a pele natural por uma artificial; posso modificar totalmente a maquiagem; posso usar ferramentas como o Liquify para alterar formas, volumes, emagrecer. Não importa o programa que esteja sendo usado para isso, será que o nosso olhar está tão embotado, tão viciado que seja *sempre* necessário?
Acredito sinceramente que não.
O segundo problema é mitificar uma ferramenta poderosa como o Adobe Photoshop, e achar que “a culpa” é dele.
Virou até verbo! Escuto a frase “vou fotoshopar fulana” todos os dias. Modificar substancialmente uma imagem não é prerrogativa só do Photoshop, mas uma decisão consciente e intencional desde que a fotografia surgiu no século XIX.
O que estou querendo é construir minhas imagens da melhor forma possível usando a captura fotográfica, processar estas imagens com as ferramentas que possuo (ACR, Photoshop, Lightroom), e finalmente corrigir ou alterar, no Photoshop ou em qualquer outro programa de pós-produção, o que for absolutamente necessário.
Como disse, costumo fotografar mulheres; espinhas no rosto de uma mulher *não são parte permanente* deste rosto, são temporárias, vão sumir com o passsar do tempo. Não contam a história de quem é esta mulher sempre, portanto não vejo problemas em removê-las; já uma pinta, uma marca de nascença, são sinais permanentes, signos visuais que nos ajudam a identificar o fotografado. Vejo muitos problemas em removê-las!
Para encerrar, é uma questão conceitual e não operacional ou técnica; sou fã confesso e notório do Photoshop, uso porque gosto e porque ele é absolutamente fundamental em meu workflow, mas quero usá-lo da melhor forma possível, aprimorando minhas imagens sem desfigurá-las.
O pós-tratamento não é o vilão, mas sim a falta de consciência fotográfica.
Acho que tem muita gente que pensa como eu, e os comentários dos posts abaixo parece que confirmam essa impressão.

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Biker Ellen by Clicio - Phase One H25

Biker Ellen by Clicio - Phase One H25

OK, só pra não dizer que não falei de flores… Quem precisa mesmo de tratamento?
Esta foi com o back Phase One, aquele mesmo que andava me pregando peças. Me lembra bastante o resultado do Kodak EPP 120, filme típico de editorial de revistas. O assunto deste post é o mesmo daquele post abaixo, só mudam a luz, makeup e a câmera.
Quando a foto é mais aberta, uma luz decente já traz o que é necessário, não?
Zero de tratamento.
E quando a foto é mais “comportadinha”, com o make certinho, os publicitários reclamam menos!…

Para ver a imagem em detalhes, clique aqui!

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Teasing Ellen by Clicio - Sony Alpha 900 + Zeiss 24-70mm f2.8

Teasing Ellen by Clicio - Sony Alpha 900 + Zeiss 24-70mm f2.8

Não, não é um delírio.
Sigo a minha saga iniciada há semanas, e agora que o papo rola por toda a blogosfera, me sinto mais seguro no caminho que escolhi. Fotografei a Ellen ontem, com o back Phase One e com a Sony Alpha, e não passei nem perto do Photoshop.
Vou (devo!) confessar; que sensação poderosa a de ampliar, ampliar, ampliar a imagem, e ver tudo lá; tudo que temos, mas que tememos mostrar; tudo que nos dá personalidade, tudo que nos faz humanos.
As fotos ficaram maravilhosas, graças a Ellen, ao Rafael que mandou muito bem na maquiagem, ao René que foi impecável na assistência, e principalmente porque fotografamos exatamente como se estivéssemos voltado 15 anos no tempo, isto é, pensando, fotometrando, iluminando e dirigindo como se fosse filme cromo de médio formato.
Nada de fotoxópi.
Vamos esclarecer; adoro o digital, acho filme um suplício, não quero nem pensar em entrar em um laboratório químico! Mas o pensar analógico, o olhar mais vagabundo, menos apressado, e o rigor técnico… Só quem fotografou muito com filme compreende este feeling em sua totalidade.
Para ver a imagem grande (cropada) e cair de costas com os detalhes, clique aqui; para voltar a esse blog, clique na imagem grande.
A pedidos, os metadados de EXIF da foto (depois do crop):

Metadados de EXIF da camera

Metadados de EXIF da camera

Ver imagem grande (detalhe)–> Clique aqui.

Ver site da Sony Alpha –> Clique aqui.

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Haiti, por Klavs Bo Christensen

Haiti, por Klavs Bo Christensen

O Alexandre Belém nos proporciona uma interessante discussão em seu blog “Olha, vê”, ao postar o resultado de um concurso fotográfico europeu que desclassificou as fotos photoshopadas do dinamarquês Klavs Bo Christensen, depois de compará-las com o RAW (que o fotógrafo enviou ao ser solicitado).
O mais interessante do post, denominado “Muito Photoshop?” foi a enxurrada de comentários, pró e contra, que acabam por ressucitar a velha história dos limites do plausível na fotografia documental.
Eu?
Eu gostei das fotos e como disse o Leo Caobelli (do Garapa), o mundo anda pra frente…

Adendo: Klavs declarou da India, onde estava cobrindo o Holi Festival em Mathura, que não vai mais enviar fotos coloridas para o concurso, apenas imagens em branco e preto.
Abaixo uma das imagens (coloridas) que ele produziu durante o festival.

Holi Festival, India, por Klavs Bo Christensen

Holi Festival, India, por Klavs Bo Christensen

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Eva sem makeup - photo Peter Lindbergh

Eva sem makeup - photo Peter Lindbergh

UEBA! Feliz ! Pois a minha mais recente obsessão não é só minha…

A revista Elle, em sua edição francesa, publica várias capas com famosíssimas modelos fotografadas sem nenhum disfarce; não se trata de “No Photoshop”, que é um discurso visual mais antigo, mas realmente nada de maquiagem; as mulheres “como elas são”. A dica foi do excelente blog do Marco Sabino, e fomos conferir.
As modelos são: Eva Herzigova, Sophie Marceau, Monica Bellucci, Karin Viard, Charlotte Rampling, Chiara Mastroianni, Ines de la Fressange (aos 51 anos!) e Anne Parillaud. As fotos, quase monocromáticas como gosta o alemão Peter Lindbergh, são belas. Não quero entrar no mérito de fotos “puras” ou discutir imagem X imaginário, mas senti um prazer quase perverso ao ver as fotos. O que tem tudo a ver com alguns dos meus posts mais antigos , como  Gente Normal, Bert Stern e Kate Moss,  ou o Weird Feelings.

Ostia, Italy, 1991 - Peter Lindbergh

Ostia, Italy, 1991 - Peter Lindbergh

Em tempo: Peter Lindbergh é o meu fotógrafo favorito no universo da moda. Um vero ‘backstager’ cinematográfico, Peter e suas fotos sempre trazem a magia dos personagens de cinema, e o confronto aparelhos X humanos sempre foi anabolizado por seu olhar germânico. Seu (dele) grande inspirador foi o expressionista Fritz Lang, mais específicamente no filme Metropolis, de 1927.

O vídeo de apresentação das capas , apresentado pela Valérie Toranian, (directrice de la rédaction de ELLE) pode ser visto (em francês, pardon…) clicando-se aqui.

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