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Abraços, Clicio Barroso Filho

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Paisagem Colagem  foto:©2009 Kazuo Okubo

Paisagem Colagem | foto:©2009 Kazuo Okubo

Recebo um convite lindo, criativo e impecavelmente bem impresso, para a inauguração da primeira galeria de arte exclusiva de Brasília, a Casa da Luz Vermelha. No comando, o premiado fotógrafo Kazuo Okubo; na curadoria, a competente Rosely Nakagawa.
A exposição intitulada “O Colecionador de Paisagens” que inaugura a galeria, traz fotografias do próprio Kazuo, e curadoria de Ralph Gehre; são 27 fotos em tamanhos diferentes de até 1mX1,50m. As fotos tem tiragem limitadae são impressas em papel de fibra de algodão, resultado de um exercício realizado em quatro capitais européias – Amsterdã, Praga, Paris e Roma.
A mostra foi dividia em três acervos.
O primeiro é intitulado Paisagem Obtusa, onde as imagens são amplas e complexas, compostas por sobreposições de planos.
O segundo acervo, Paisagem Formal, traz a linha do horizonte como eixo, e a altura do homem que vê + a distância do objeto observado, compõem uma visão que contradiz a verdade geográfica.
O terceiro, Paisagem Colagem, é uma construção  mais elaborada. “São fotos com uma visão mais interior da urbe, fruto da anarquia desvairada que a comunicação em massa impõe”, diz Gehre.
No acervo permanente da galeria, grandes nomes da fotografia brasileira, entre eles, Anderson Schneider, André Dusek, Bento Viana, Camillo Righini, Carlos Moreira, Cristiano Mascaro, Dorival Moreira, João Paulo Barbosa, Kazuo Okubo, Olivier Boëls, Patrick Grosner, Ricardo Labastier, Thomaz Farkas, Tiago Santana e Walter Firmo.

foto: Cristiano Mascaro

foto: Cristiano Mascaro | Acervo Galeria Casa da Luz Vermelha

Em São Paulo, a galeria será representada com exclusividade pela arquiteta Rosely Nakagawa, especialista em fotos de arte, consultora técnica e curadora do acervo permanente da Casa da Luz Vermelha.
Fiquei super feliz, pois o Kazuo há muito defende uma fotografia de qualidade em Brasília, e a inauguração da galeria é a conclusão de anos de excelente trabalho. Que tenha vida muito longa!

Serviço:
“O Colecionador de Paisagens”
Exposição fotográfica de Kazuo Okubo
De 4 de novembro a 12 de dezembro
Local: A Casa da Luz Vermelha
Visitação: Segunda a sexta‐feira das 10h às 20h
Sábado das 10h às 18h
Endereço: SCES Trecho 02 Conjunto 31 – ASBAC
contato@acasadaluzvermelha.com
http://www.acasadaluzvermelha.com

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Photo: Mannie Garcia - ©2009 AP - Art: Shepard Fairey

Photo: Mannie Garcia - © The Associated Press 2006 - Art: Shepard Fairey

Incrível.
Veja que imbroglio; o famoso designer, artista e ilustrador Shepard Fairey admite na justiça ter mentido e tentado destruir provas, na tentativa de se defender da ação na justiça norte-americana que a AP (Associated Press) havia iniciado contra ele por infração de copyright. Com isso, a AP reforça o seu processo contra Fairey.
O Pictura Pixel já havia tentado desembaraçar esta história em janeiro, vejam aqui (imagem original, com metadados).
Vou explicar melhor; a Associated Press é uma cooperativa que produz, adquire e licencia textos e imagens para a imprensa mundial; no caso em questão, a AP comprou do conhecido fotojornalista Mannie Garcia os direitos de licenciamento da imagem (uma foto) de Barak Obama, e portanto o copyright passou a ser da AP, e não de Mannie; Fairey, sem conhecer a autoria, se apropriou da imagem e criou o famoso poster “Hope”, que ajudou a eleger Obama.
O problema é que “se apropriar”, segundo Fairey, poderia ser um ato legítimo baseado no direito do “Fair Use”; ele modificou e pintou a foto suficientemente para transformá-la em um ícone, o que muita gente, incluindo Andy Wharol, já havia feito no passado. Mas a AP não gostou disso, e ameaçou processar Fairey.

Marilyn, por Andy Warhol

Marilyn, por Andy Warhol

Quando Fairey foi ameaçado, entrou por sua vez com uma ação contra a AP em fevereiro, dizendo que não tinha usado aquela imagem, mas sim uma parecida; e a AP contra-atacou processando o artista em março, respondendo:
1-) que era a foto de Mannie sim, e
2-) mesmo que não fosse, Fairey não poderia tê-la alterado, segundo um dos princípios da AP: “AP pictures must always tell the truth. We do not alter or manipulate the content of a photograph in any way.”
O que aconteceu em seguida foi uma vergonha; Fairey mentiu para defender sua versão, apagou arquivos originais, e só admitiu publicamente isso nesta semana, retirando o seu processo contra a AP e contra Mannie.
A declaração de Fairey pode ser vista aqui e aqui.
Como pode acontecer? Cobiça? Advogados mal intencionados? Indústria do processo?
Muitos advogados defendem a posição da AP; muitos artistas defendem Fairey; poucos se importam com Mannie, o fotógrafo.
O que está em pauta, é que aparentemente o simples ato de fotografar se transformou em um perigo real.
Se o fotógrafo cede seus direitos, fica sempre no prejuízo; se preserva seu copyright, muitas vezes não vende a foto; e se fotografa gente, pessoas, é melhor enfiar seus cartões na gaveta, pois sem autorização nem cachorro, nem prédio pode mais ser fotografado.
Conto um caso curioso; um famoso estúdio de São Paulo fotografou pessoas que se exibiam em um evento temático, e que se dispuseram a posar para suas lentes voluntariamente. As fotos nada tinham que pudessem denegrir nem constranger os voluntários, eram simples retratos posados. 90% dos fotografados assinaram uma autorização simples, um model release básico, mas com alguns poucos não houve tempo  hábil para isso. Pois bem, uma das fotos foi vista como thumbnail na Internet por um dos fotografados sem release, e o estúdio foi processado por falta de Licença de Uso de Imagem. A quantia pedida, exorbitante, suficiente para que o fotografado nunca mais precisasse trabalhar na vida. O estúdio, se condenado, quebra, vai a falência.
É justo? Quem afinal ganha com isso? O Martin Parr em sua entrevista no MIS de São Paulo, quando perguntado disse que nunca pediu model release a ninguém, e que nunca foi processado por este motivo; e acrescentou que na Europa não havia essa preocupação, que chamou de “norte-americana”.
A minha conclusão como fotógrafo é que sim, estamos vivendo uma paranóia muitas vezes promovida por advogados, e completamente distante de nossos costumes e hábitos, imposta, e que prejudica tanto a quem processa (muitas vezes nós, fotógrafos) quanto a quem desmesuradamente é processado (pedir um milhão por uma foto 3×4 publicada indevidamente no rodapé do jornal de bairro me parece absurdo total).
Eu só processaria a quem usasse minha imagem deliberadamente e ostensivamente para ganhar muito dinheiro, tentando me enganar. Não se for usada no portfólio da modelo, em seu site, ou no Orkut de algum garoto que pensa em me homenagear e não entende de leis. Não faz sentido.
E só aceitaria ser processado se usasse a imagem das modelos que fotografo deliberadamente e ostensivamente para ganhar muito dinheiro, tentando enganá-las. Não em meu portfólio, ou promovendo as meninas em meu blog.
É senso comum, é óbvio, e deveria ser sempre pensado desta maneira.
Ou estou me iludindo?

Update 01: Novos documentos foram publicados pelo PDN. Veja aqui!

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© Loretta Lux, Courtesy Yossi Milo Gallery, New York and Torch Gallery, Amsterdam

© Loretta Lux, Courtesy Yossi Milo Gallery, New York and Torch Gallery, Amsterdam

Há alguns poucos momentos na vida que se tornam rupturas, iluminações, upgrades sensoriais.
Hoje estou vivendo um deles.
Após ter me admirado por anos com o intrigante trabalho da misteriosa Loretta Lux, cheio de signos, carregado de nostalgias e estranhamento, tive a rara felicidade de me sentar na primeira fila para assistir a uma entrevista inédita da fotógrafa alemã, no auditório da Casa de Cultura, no Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco.
Cercada de reservas desde sua chegada, preferiu ficar fora da cidade, isolada; não se deixa fotografar, prefere calar-se, veste-se discretamente. Seu biotipo mignon, cabelos escuros, a antítese do estereótipo alemão, a transformam em transparente, invisível, despercebida, mesmo passeando pelas praças centrais da cidade de Paraty; a facilidade com que aceitou o convite para a entrevista no Brasil, avessa que é a falar sobre si mesma ou sobre seu trabalho, além de surpreendente, aumentou a já transbordante curiosidade sobre o que aconteceria de fato quando as perguntas do inteligente entrevistador Eduardo Muylaert se iniciassem no teatro lotadíssimo de fotógrafos.
E o momento chegou com um início bizarro e aparentemente enfadonho, já que com um calhamaço de papéis nas mãos e um inglês carregado, Loretta começa a descrever sua infância asséptica e desprovida de diversões em uma Dresden conhecida na Alemanha pré queda do muro como a “cidade dos esquecidos”, por não captar nem o sinal de televisão do lado ocidental. Nos conta como essa criança cinza, triste, teve a sorte de contar com avós pobres mas cultos, que nela despertaram o gosto pelos retratos clássicos, especialmente pela pintura maneirista da segunda metade do século XV europeu, o que vai ser fator determinante na estética da artista que viria a ser.
E pouco a pouco, envolvida pelo absoluto silêncio da platéia, a narrativa se mostra reveladora e fascinante.
Durante uma hora e meia, com uma cadência compassada e desprovida de sinais de emoção, a fotógrafa percorre um caminho que começa pessoal, explicando sua fuga da Alemanha oriental e sua formação em artes, continua profissional definindo sua opção pela fotografia como meio de expressão, já que a pintura é “complicada e bagunçada”, e segue por uma viagem magnífica através da história da arte daquele período final do renascimento. Tudo ilustrado com a projeção das obras dos artistas da época, principalmente os retratos de crianças, em contraponto a algumas de suas fotos mais recentes. A semelhança entre os trabalhos torna-se patente, incluindo as referências mais evidentes  como o simbolismo, as proporções menos convencionais, o ponto de vista baixo, o cuidado com as cores e seus significados psicológicos e estéticos.
Com a sequência da projeção de suas fotos mais conhecidas, segue-se uma análise cuidadosa de suas possíveis interpretações e  possibilidades, e logo torna-se clara a auto-referência, com alusões poéticas aos sonhos, aos desejos infantis de escapar para o mundo adulto, e ao paradoxo do universo adulto em sua constante busca pela volta a infância. Fala de sonhos, novamente de símbolos, de inocência; fala de técnica apoiada no tripé pintura/fotografia/digital; e da construção precisa e determinante de cores, posturas, gestos, figurinos, paisagens de fundo, na arquitetura milimetrada da imagem produzida; fala do tempo e do relacionamento com as crianças fotografadas, sempre com a postura ereta, com a voz firme e segura, com dignidade reservada.
A transparência da narração, a coerência do discurso frente as imagens, o embasamento psicológico, histórico, artístico e acadêmico, e a impossível disassociação de autor/obra, agora absolutamente evidente, tornam a minha experiência emocionante.
Loretta Lux acaba de mudar minha vida.

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Off the wall   -   ©2009 lostart

Off the wall - ©2009 lostart

On the Wall   -   ©2009 lostart

On the wall - ©2009 lostart

Muito se tem falado de coletivos neste ano de 2009. Garapa, Cia de Foto, Pandora, são alguns dos nomes que logo nos surgem como exemplos típicos de fotografia colaborativa. Mas eu tenho como certo que duplas como a do casal Louise Chin e Ignácio Aronovich, que formam o LostArt, são também coletivos pertencentes ao mesmo conceito.
Fotografam juntos, editam juntos, assinam como LostArt.
O caso é que nem sempre assinam juntos; em vários dos ensaios e séries do site encontramos o crédito separado, assim:

photos © ignacio aronovich / LOST ART – photos © louise chin / LOST ART

Por que? Qual o critério? O que eles pensam a respeito do Creative Commons? Pois bem, os mistérios que cercam o casal “low profile” são proporcionais ao seu sucesso, principalmente internacional.
As famosas séries Lost in Slovenia, Paraíba Dreams, e a mais recente (fotos acima) La Danse du Chaos nos dão uma idéia da criatividade, energia e qualidade de seu trabalho. (Veja um breve artigo sobre esta série clicando aqui).

Aí começa o meu problema! Fui convidado pela organização do Paraty em Foco a entrevistar os dois durante a semana do festival. O problema? Somos amigos! O perigo está em se transformar a entrevista em uma conversa de comadres.
A solução porém é simples; vamos TODOS perguntar o queremos saber do casal LostArt!
Será uma entrevista colaborativa de fato, com o espírito do festival e de acordo com o modo que Ig e Louise escolheram para viver e fotografar, compartilhando tudo o que podem.
Como fazer? Simples!
Coloque a sua pergunta nos comentários abaixo,  ou a envie para clicio@clicio.com.br. As perguntas mais frequentes, as mais curiosas e as mais engraçadas vão ser usadas durante a entrevista no Paraty em Foco!
Em tempo; em seu (deles) site, há a possibilidade de você mostrar o seu trabalho, em uma área apropriadamente chamada de “Espaço Aberto”. Não custa tentar, mas a curadoria é rigorosa…

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Karinne, French Dress.  ©2009 Clicio Barroso

Karine, French Dress. ©2009 Clicio Barroso

Homenagem após o shooting de sexta-feira, Karine Louback em versão La Deneuve, anos 60.
Sony Alpha 900, 85mm 1.4 Zeiss, Lightroom.

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@2009 Clicio Barroso

@2009 Clicio Barroso

Fotinho de beleza realizada ao vivo durante o Photoimagebrazil 2009.
Modelo: Ellen Melo
Make up: Giuliano Rezende
Assistência: René Lentino
Produção: Renate Hartfiel
Apenas um retratão clássico da Ellen, com a Sony Alpha 900, e a Zeiss 85mm 1.4; a câmera estava conectada diretamente ao Lightroom, e a importação foi transparente, uma vantagem do software da Sony, que é enxuto e rápido. Os flashes da Mako responderam bem rápido e a luz, neutra.
Como a idéia era mostrar um processo publicitário, os softwares tradicionais de edição como o Adobe Lightroom e o Adobe Photoshop foram usados.
Com arquivos de 25Mpx em Raw, não é muito comum se fazer ao vivo, pois as variáveis são muitas e nem todas podem ser controladas rapidamente; como durante o workshop a intenção era trabalhar a imagem, mostrando a integração do Lightroom 2.0 com o Photoshop CS4, o Raw era a única alternativa de qualidade.
Clicando-se na foto ou aqui, um exemplo em resolução mais alta pode ser visualizado.

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Rui & Giselle, 1994. ©2009 Clicio Barroso

Rui & Giselle, 1994. ©2009 Clicio Barroso

Certamente sua obra atemporal, poética e espiritual, o torna imortal como artista.
Assim como todos os fotógrafos contemporâneos que de alguma forma foram influenciados pela sua elegância no olhar, pelo seu domínio técnico das baixas-luzes, por seus retratos-esculturas, eu também quero homenagear Mário Cravo; mostro aqui um pequeno exemplo de um ensaio pessoal de 1994, que toscamente faz referência ao seu trabalho.
E que para sempre viva a arte de Mário!

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Montagem na Arte Plural Galeria, Recife, 2009

Montagem na Arte Plural Galeria, Recife, 2009

Estou bastante entusiasmado; a montagem das fotos para a exposição na Arte Plural Galeria ficou absolutamente demais!
Ontem foi o lançamento do livro Adobe Lightroom 2, na livraria Cultura, e hoje a abertura da mostra.
As ampliações, giclée prints em papel Hahnemühle Rag Satin (as maiores, de 1.55m por 1.10m) e Hahnemühle Rag Bamboo (as menores, de 60x80cm), ficaram excelentes, a iluminação e montagem perfeitas.
Antes que eu me esqueça, tenho que agradecer a muita gente: Fernando Neves e Luciana, da galeria, e sua equipe extremamente profissional, que cuidaram de todos os detalhes e tornaram a exposição possível e impecável; a Simonetta Persichetti, que sugeriu o nome da mostra e fez uma curadoria pra lá de inteligente, valorizando as fotos de forma que a leitura visual se tornasse eficiente e rica; a todas as meninas fotografadas, maravilhosas não importa em que estado de espírito estivessem; aos maquiadores e assistentes. Um abraço especial ao René Lentino, que me apoiou em todas as fases de preparação das imagens. E, lógico, a comunidade blogueira, que divulga, acredita e apoia: Belém do “Olha, vê“, Simonetta do “Trama Fotográfica“, Versiani do “Pictura Pixel“, Ig do “Lost Art“, Fotocolagem, Let’s Blogar, Camera 16, Paraty em Foco, CliX e todos os outros; sei que esqueci muitos, desculpem!
Ao Ivan de Almeida e ao Pepe Mélega, obrigado pelas longas conversas e paciência ao escutarem as minhas dúvidas e anseios, e a toda minha família pelo apoio irrestrito e suporte emocional.
O que importa é que ficou bacana, tá bonito na parede, e eu estou cansado e feliz.

© 2009 Alexandre Belém - As fotos são GIGANTES!

© 2009 Alexandre Belém - As fotos são GIGANTES!

UPDATE: Simonetta colocou um post sobre a expo em seu blog; obrigado, Sims!
UPDATE 2: Lúcia Adverse escreveu um generoso post sobre este trabalho; thanks, Lúcia!

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©2009 Clicio Barroso

©2009 Clicio Barroso

Fiquei feliz com o post do Alexandre Belém, pernambucano de boa cepa, sobre minha exposição, lançamento de livro, palestra, mesa redonda e workshop (maratona!) que vão acontecer na semana que vem em Recife, na Arte Plural Galeria. Uma semana totalmente pernambucana.
De qualquer forma, já estava contente com o lançamento de meu livro Lightroom 2, que saiu da gráfica lindo, e que fui buscar pessoalmente em Floripa. Ficou muito melhor que as expectativas, grosso, cheio de imagens grandes, capa fosca, adorei o resultado.
Acima a Raquel Galvão, uma das muitas lindas meninas que deram um show nas fotos para a exposição, e que gravamos em vídeo.
O segundo semestre promete!

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©2009 Claudia Jaguaribe

©2009 Claudia Jaguaribe

Em interessante entrevista para o blog do Paraty em Foco, Cláudia Jaguaribe mostra suas reflexões sobre a fotografia de paisagens, e relata como será seu workshop sobre o tema durante o festival; adorei ter sido o escolhido para fazer a entrevista, já que sou desde sempre admirador do seu trabalho, e somos amigos de muito tempo (dividimos o mesmo estúdio por quase 10 anos).
O melhor é que, além deste da Cláudia, há vários outros posts interessantíssimos sobre fotógrafos, seus trabalhos, arte, cultura e muita gente bacana colaborando com o blog, incluindo vários blogueiros conhecidos da galera da fotografia.
Vale a visita!

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©2009 Lost Art - Ignácio Aronovich & Louise Chin

©2009 Lost Art - Ignácio Aronovich & Louise Chin

É o assunto mais discutido quando se fala em arte, digital, DSRLs ou imagem: como a fotografia e a imagem em movimento podem interagir, enriquecendo uma e outra. Adicione-se som, e o quadro está completo.
Seremos nós, fotógrafos, destinados a nos transformar em cineastas, videomakers, imagemakers (o que quer que este termo queira dizer…), ou a evolução e popularização de câmeras fotográficas que também filmam em HD é que está acelerando este processo de convergência?
Não sei bem, mas me vejo cada vez capturando mais e mais imagens em movimento; não com a qualidade e talento com que gostaria, mas o aprendizado é divertido. O importante é que outros fotógrafos o fazem com grande sensibilidade e larga experiência. Dentre esses, dois nomes chamam a minha atenção desde sempre, e quero compartilhar seus recentes trabalhos, que admiro bastante.

©2009 Lost Art - Ignácio Aronovich & Louise Chin

©2009 Lost Art - Ignácio Aronovich & Louise Chin

O primeiro é o casal Lost Art, Ignácio Aronovich e Louise Chin. Sou fã deles há anos, e tenho como certo que são pioneiros no conceito de fotografia coletiva. O Lost Art tem uma apresentação musicada do Grand Bazaar de Istambul que é uma beleza de edição, com imagens e sons que nos transportam literalmente para dentro do antigo mercado. Vale a pena ver, clicando aqui.

Ausente - Direção de Fotografia por Márcia Belotti

Ausente - Direção e Fotografia por Márcia Belotti

O segundo nome é o de uma amiga carioca, extremamente talentosa, extremamente carinhosa e dona de um trabalho delicado que contrasta com seu visual hardcore, a Márcia Belotti (“Chapa”). Márcia fez a direção de fotografia de um curta chamado “Ausente”, sob a direção de Fernando São Thiago, que é um primor de fotografia diáfana, onírica; a técnica usada foi o stop-motion e o resultado é surpreendente. Também vale a pena ver, clicando aqui.
Ao Lost Art e a Márcia Belotti, minhas reverentes congratulações.
Grandes artistas!

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