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Posts Tagged ‘câmera’

Leica M9 - Com captura em DNG e Lightroom 2 incluído!

Leica M9 - Com captura em DNG e Lightroom 2 incluído!

Foi lançada oficialmente nesta quarta feira, dia 9 de setembro de 2009, a mais nova integrante da lendária família “M” de câmeras rangefinder da fábrica alemã; a Leica M9. Muitas são as novidades; 18 Mpx de resolução, sensor full-size 24x36mm, obturador super silencioso, ausência de filtro anti-moiré garantindo nitidez absoluta na captura, e ISO de 80 a 2500.
As novidades não param por aí; a câmera faz a captura Raw no formato DNG, 16 bit com ou sem compressão, e o aplicativo para processamento nativo incluído no pacote é o Adobe Photoshop Lightroom, acreditem ou não.
Depois de chocar o universo fotográfico com o lançamento da Leica S2, uma médio formato com sensor de 30x45mm de 38Mpx e preço de U$ 23 mil, e de encantar a todos com compacta Leica Digilux 4 (D-Lux 4), com 10Mpx e preço de U$ 800, a M9 completa a série de lançamentos  no formato mais tradicional da marca.
Preço?
Não perguntem. Ainda não há certeza alguma, apenas especulações… Que falam em €6.000 (seis mil euros)

M9 - Simples, limpa e poderosa

M9 - Simples, limpa e poderosa

UPDATE 01: Saiu também a Leica X1, compacta com sensor APS-C, specs bem interessantes: Leicarumors.com
UPDATE 02: Os preços da  M9  e da X1 também já estão disponíveis oficialmente:
Leica M9
: $6,995 msp ships September, will not need uv-ir, will use regular m8 accessories.
Leica X1: $1,995 msp ships January. The Leica X1 is AF, has VR, 12mp cmos sensor and available with optional viewfinder, ever ready case, grip etc.
UPDATE 03: O preço oficial de lista para a M9 foi enviado pelo Luis Marinho, representante Leica no Brasil: R$ 18.000,00.
É importante frisar que Marinho aceita encomendas antecipadas, e vários compradores já estão na fila.

E então, vamos comprar?

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Podcast 10 - Calibrando a câmera com o Lightroom 2.

Podcast 10 - Calibrando a câmera com o Lightroom 2.

Assistir o Episódio 10 online – Calibrando a câmera
Sempre há dúvidas na hora de calibrar a câmera; o processo é simples, basta seguir o passo a passo que demonstro no podcast, e usar o Adobe DNG Profiler para criar um perfil, que pode ser usado pelo Lightroom 2!
Este episódio pode ser visto online ou baixado para seu computador ou celular.
RSS direto para subscrição (iTunes, iPhone, iPod, browsers, mail)
Para ver todos os episódios do podcast, clique aqui!

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©2009 Lost Art - Ignácio Aronovich & Louise Chin

©2009 Lost Art - Ignácio Aronovich & Louise Chin

É o assunto mais discutido quando se fala em arte, digital, DSRLs ou imagem: como a fotografia e a imagem em movimento podem interagir, enriquecendo uma e outra. Adicione-se som, e o quadro está completo.
Seremos nós, fotógrafos, destinados a nos transformar em cineastas, videomakers, imagemakers (o que quer que este termo queira dizer…), ou a evolução e popularização de câmeras fotográficas que também filmam em HD é que está acelerando este processo de convergência?
Não sei bem, mas me vejo cada vez capturando mais e mais imagens em movimento; não com a qualidade e talento com que gostaria, mas o aprendizado é divertido. O importante é que outros fotógrafos o fazem com grande sensibilidade e larga experiência. Dentre esses, dois nomes chamam a minha atenção desde sempre, e quero compartilhar seus recentes trabalhos, que admiro bastante.

©2009 Lost Art - Ignácio Aronovich & Louise Chin

©2009 Lost Art - Ignácio Aronovich & Louise Chin

O primeiro é o casal Lost Art, Ignácio Aronovich e Louise Chin. Sou fã deles há anos, e tenho como certo que são pioneiros no conceito de fotografia coletiva. O Lost Art tem uma apresentação musicada do Grand Bazaar de Istambul que é uma beleza de edição, com imagens e sons que nos transportam literalmente para dentro do antigo mercado. Vale a pena ver, clicando aqui.

Ausente - Direção de Fotografia por Márcia Belotti

Ausente - Direção e Fotografia por Márcia Belotti

O segundo nome é o de uma amiga carioca, extremamente talentosa, extremamente carinhosa e dona de um trabalho delicado que contrasta com seu visual hardcore, a Márcia Belotti (“Chapa”). Márcia fez a direção de fotografia de um curta chamado “Ausente”, sob a direção de Fernando São Thiago, que é um primor de fotografia diáfana, onírica; a técnica usada foi o stop-motion e o resultado é surpreendente. Também vale a pena ver, clicando aqui.
Ao Lost Art e a Márcia Belotti, minhas reverentes congratulações.
Grandes artistas!

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Sony Alpha 900 em corte

Sony Alpha 900 em corte

Cara de câmera de filme; pentaprisma alto, pegada boa, peso regular.
As minhas primeiras impressões com a Sony Alpha 900 foram de conforto, de intimidade. Os botões se encaixam nos dedos, a ergonomia é ótima, e o pentaprisma… Lindo!
A objetiva é uma covardia; zoom Carl Zeiss Vario-Sonnar 24~70mm f2.8 da série T*, boca de 77mm, garantia de boa óptica.
Autofoco preciso e silencioso, rápido. O visor LCD é grande, e os botões são poucos e bem posicionados. Insisto; a câmera é simples como uma câmera de filme. Tem o joystick mais preciso dentre todos os que já testei, uma tela de “Quick Menu” genial (só os comandos mais importantes, acessíveis diretamente), e o mais bacana, um mecanismo anti-vibração no próprio corpo! Isso significa que qualquer objetiva pode se beneficiar do redutor de movimentos incorporado. E este funciona como prometido…
O visor óptico também é excelente com 99% de visibilidade real, dioptria regulável, marcadores de foco e dos crops bem visíveis. Aliás, a câmera pode ser colocada em modo “proporção wide screen 16:9” ou em modo “proporção normal 3:2”. Há as marcas de crop para objetivas formato APS e para as proporções.
Ao se clicar, nada de shutter delay, resposta instantânea. Usando um cartão Sandisk Ultra de 8Gb, a demora para gravar o arquivão de 25Mpx é preocupante, mas o buffer segura bem, e mesmo conectada aos flashes de estúdio e clicando bem rápido, a Alpha 900 acompanhou o ritmo sem vacilar.
O visor LCD tem um vidro especial que suja bastante, parece um iPhone.
Os menus são fáceis e a maior novidade é o “D-RangeOptimizer”, um filtro Shadow/Highlights embutido no software da Sony. As preferências e personalizações podem ser gravadas, e em minutos já se está fotografando com segurança.
Raw e cRaw (o Raw compactado da Sony) demoram o mesmo tempo para gravação, mas o cRaw economiza espaço de armazenamento sem perda de qualidade. Os resultados de resolução óptica são os melhores que já vi em digitais deste porte, e o Simon Joinson do DPreview diz que “a resolução real da Alpha 900 se tornou o parâmetro a ser batido”.
Mas se a eletrônica, mecânica e ótica são impressionantes, o sensor talvez possa ser melhorado; apesar de perfeito no ISO padrão (ISO 200), talvez pelo diâmetro pequeno dos fotossensores (menos de 6micra), o ruído aparece nos ISOs mais altos (a partir de ISO 800). Nada que outras câmeras não tenham, mas pode ser um fator a ser levado em consideração para fotógrafos que precisem de ISOs altos; eu nunca uso nada mais que ISO 200, então isto não me preocupa.
A Sony posiciona a máquina como sendo para amadores avançados (seja lá o que isso queira dizer!), mas ela pode tranquilamente ser comparada, com vantagens, com as cameras mais usadas por profissionais no Brasil.
Estas são apenas as minhas primeiras impressões; mais adiante escrevo uma resenha completa.
Pala ilustrar a capacidade da câmera “direto da caixa”, esta abaixo é uma fotinho de família, um Raw sem nenhum tipo de alteração.

Werner Hartfiel, por Clicio

Werner Hartfiel, by Clicio. Sony Alpha 900 + Zeiss

Links:

Review completo do DPreview aqui


Comprar Sony Alpha 900 aqui

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Biker Ellen by Clicio - Phase One H25

Biker Ellen by Clicio - Phase One H25

OK, só pra não dizer que não falei de flores… Quem precisa mesmo de tratamento?
Esta foi com o back Phase One, aquele mesmo que andava me pregando peças. Me lembra bastante o resultado do Kodak EPP 120, filme típico de editorial de revistas. O assunto deste post é o mesmo daquele post abaixo, só mudam a luz, makeup e a câmera.
Quando a foto é mais aberta, uma luz decente já traz o que é necessário, não?
Zero de tratamento.
E quando a foto é mais “comportadinha”, com o make certinho, os publicitários reclamam menos!…

Para ver a imagem em detalhes, clique aqui!

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sigmafov

Sigma DP2

Sigma DP2

Artigo interessante me chama a atenção na revista Wired de março; um pequeno review técnico de uma câmera Sigma compacta, com sensor Foveon X3.
Como todos os tecnólogos já sabem, a Sigma, empresa japonesa com sede em Kawasaki, comprou a americana Foveon, com sede em San Jose, CA. A tecnologia dos sensores X3 permite que a luz seja capturada integralmente por cada um dos fotodiodos, com as tres cores RGB , sem filtragem, resultando em uma imagem sem interpolação cromática e sem a necessidade de um filtro anti-moiré.

Tecnologia Foveon X3

Tecnologia Foveon X3

A Foveon afirma que a tecnologia permite cores mais puras, conforme explicação detalhada no DPreview, e em seu release, afirma: “The DP2 uses the same 14 megapixel (2,652×1,768×3 layers) direct image sensor as the SD14 and DP1. Utilizing the special features of silicon, which is penetrated to different depths by different wavelengths of light, this direct image sensor succeeds in full-color capture with the full RGB in a single-pixel location. Since the moiré is not generated, use of a low-pass filter is not needed because full information of light and color can be captured with three-dimensional feeling.”
A DP2 vem com uma objetiva 24.2mm F2.8 , equivalente a uma 41mm das 35mm SLR, com coating anti-flare e excelente desempenho. Com resolução de 14 Megapixel e capturando em Raw, a compacta da Sigma certamente é uma concorrente a altura das mais populares compactas de qualidade, como a Lumix LX3 e a Canon G10, apesar de não ser páreo para sua irmã mais velha (e que usa o mesmo tipo de sensor), a Sigma SD-15.
Quanto ao radical do título, deve-se ao receio natural de testar novas tecnologias diferentes do lugar comum; eu *quase* comprei uma Sigma SD 14, mas fiquei preocupado com a eventual falta de assistência técnica no Brasil, e desisti. Mas com um investimento bem menor, estou tentado a comprar uma DP2, para viagens e uso pessoal.
Alguém mais se arrisca?

Foto de Georges Noblet feita com a Sigma

Foto de Georges Noblet feita com a Sigma

Raw da DP2 processado diretamente pelo Lightroom

Raw da DP2 processado diretamente pelo Lightroom

Update do Clicio: processei o arquivo acima no Lightroom 2.4, sem problema algum.
O arquivo X3F baixado do pack em http://www.rytterfalk.com/

Update do PDN:
Sigma Announces that DP2 is Now Available for $870
Para ver a matéria inteira, clique aqui!

Update do Clicio:
A comparação feita com a Canon G10 e a Lumix LX3 pelo Antonio (ver nos comentários, abaixo) me levou a decidir pela DP2; se eu puder, vou comprar uma! Para informações adicionais, ver o site da DP2 aqui!

Update02:
Agora funhanhou todo… A DPreview faz um comparativo interessante com as Panasonic GF1 e a Olympus EP1. Ambas com sensor APS-C (4/3) e Raw. Fica difícil escolher uma…

Panasonic GF1 e Olympus EP1

Panasonic GF1 e Olympus EP1

Update03: Decidi; comprei a Panasonic GF1; agora é só esperar chegar, e fotografar tudo pela frente!
Update04: Pepe Mélega está testando a minha GF1 em NYC, e teve a cara-de-pau de postar em seu blog! Veja aqui.

Foto: Pepe Mélega - Panasonic GF1, ISO 100, Raw.

Foto: Pepe Mélega - Panasonic GF1, ISO 100, Raw.

Bom, estou vendo que me dei bem comprando a panasonic GF1; as fotos recebidas até agora são lindas, e de excelente qualidade!

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D700 com micro 105mm VR

D700 com micro 105mm VR

Desde o ano passado, estou usando uma Nikon D700 e adorando a câmera. O autofoco melhorou muito, a ergonomia continua imbatível e o sensor é milagroso quando se trata de ruído eletrônico. O que tenho usado é um corpo D700, uma objetiva AF-S Nikkor 24-70 mm f/2.8 G ED N, uma AF-S VR Micro Nikkor 105 smm f/2.8 G IF-ED N e um WT-4a Wireless Transmitter.
A decisão na hora da escolha do equipamento pode esbarrar na quantidade de siglas e acrônimos usados pelas empresas, e a Nikon não fica atrás, por isso resolvi publicar a listinha abaixo, assim como os prós e contras que tenho achado na câmera.

SOPA DE LETRINHAS?
Parece, mas cada uma dessas siglas tem um significado importante, agregando valor aos produtos.
Vamos decifrar tudo isso:
AF-S = Auto-Focus Silent. Motor de autofoco na lente, que muda automaticamente para manual.
IF = Internal Focusing. A objetiva não muda de tamanho enquanto faz foco.
ED = Extra Dispersion Glass. Cristal de alta qualidade utilizado nas objetivas.
G = Gelded. Objetivas que não possuem o anel de diafragma (apenas eletrônico).
N = Nano Crystal Coating. Sistema antirreflexo das lentes mais modernas da marca.
VR = Vibration Reduction. Redutor de vibrações, permitindo ganho de até dois diafragmas.

PRÓS:
Robustez;
rapidez e ergonomia nos comandos;
qualidade impecável de construção e acabamento;
excelente em ISOs altos, autofoco e fotometria;
LCD aperfeiçoado;
NEF em 14 bits;
alcance dinâmico alto;
Live View;
horizonte virtual;
sensor autolimpante com dimensões FX (full size).

CONTRAS:
Resolução; 12 megapixels é bem menos que a concorrência, algumas com sensores de 20 megapixels.

Com a Canon 5D MarkII em back order (a fila está imensa!!!), a Nikon aproveita para ganhar terreno e mostrar que megapixel não é tudo na vida…

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