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Claudio Marra - Nas Sombras de um Sonho - foto Horst

Claudio Marra - Nas Sombras de um Sonho - foto Horst

NELLE OMBRE DI UN SOGNO
NAS SOMBRAS DE UM SONHO: HISTORIA E LINGUAGENS DA FOTOGRAFIA DE MODA
Claudio Marra, 2008, Ed.Senac
Introdução: Márcio Scavone
Tradução: Renato Ambrosio
Prefácio: Simonetta Persichetti

“Nas Sombras de um Sonho”, livro de Claudio Marra sobre a história da fotografia de moda, foi uma providencial indicação da Simonetta, pois como diz a Georgia Quintas, logo abaixo, exorcizou totalmente os meus mais antigos fantasmas.
Explico.
Desde sempre, o fotógrafo de moda foi considerado, dentre as diversas categorias fotográficas, a ovelha negra. O fútil. O vendido. A prostituta barata, cega pelo glitter e pelo luxo de gosto duvidoso. Dinheiro fácil. Passei a minha vida profissional carregando nos ombros este sentimento de culpa, por ter feito a escolha errada, o traidor do santo ofício.
E de repente não é nada disso!
Claudio inicia o seu caminho histórico e redentor indicando o contraponto que existe entre “a fotografia de moda” versus “a moda da fotografia”, um estranho e pertinente ponto de vista, embasado no fato de “moda fotografada=moda usada”, uma óbvia alusão ao análogon, a transposição física do evento que é a roupa vestida. Continua com a lembrança que a fotografia denotativa pode ser considerada um espelho com memória, e logo entra na história da fotografia de moda, lembrando que o dilema mais perturbador sempre foi do fotógrafo: posicionar a sua fotografia de modo a ser um objetivo espelho da roupa vestida, ou ser um subjetivo e envolvente meio de nos apresentar uma atmosfera onírica, irreal, de sonhos.
Desta forma, a dualidade imagem X imaginário na moda se inicia com o barão Adolf de Meyer e suas fotos suaves, flou, carregadas de imaginário conotativo, em oposição ao seu sucessor na Vogue, Edward Steichen, criador de imagens denotativas, simples e diretas, sem alusões nem preocupações que não fossem a roupa. Passa por todos os fotógrafos mais importantes de todas as décadas subsequentes, incluindo os coletivos (como a dupla Lamsweerde-Matadin), para terminar na contemporaneidade dos instantâneos de Jurgen Teller e o pornô-chic de Terry Richardson.
O livro é de fácil leitura e muito agradável, com citações importantes e teoricamente bem embasado; a única ressalva que faço é ao fato, compreensível, do autor dar um certo destaque ufanista à alguns fotógrafos italianos que não o mereceriam, mas certamente sem exageros e sem comprometer a obra.
O que mais me alegrou na leitura foi ver como Marra destaca não só a importância, já amplamente reconhecida, da fotografia de moda como documento histórico, fundamental no estudo dos comportamentos da sociedade, mas também a coloca como fator de provocação do desejo erótico, sensorial, que influencia largamente tanto a publicidade quanto o cinema contemporâneo.
Claro que tudo isso que escrevo é terrivelmente suspeito,  já que a obra elevou meu espírito de fotógrafo estigmatizado e passei a ter mais respeito por mim mesmo; por isso pedi a generosa  colaboração de quem sabe muito mais que eu, a pesquisadora e professora acadêmica Georgia Quintas, autora do excelente livro “Man Ray e a Imagem da Mulher”.
A pertinente análise de Georgia segue abaixo.
Clicio Barroso, Julho de 2009

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por Georgia Quintas
Sempre há uma satisfação, quando podemos ter em nossa biblioteca um livro que fale sobre fotografia. As edições teóricas sobre fotografia são discretas. Desse modo, Nas Sombras de um Sonho, de Claudio Marra é uma obra a se desfrutar por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque trata da temática da moda na fotografia (ou poderia ser o inverso, a fotografia na moda). E é nesse aspecto que o autor estrutura a linha imaginária de condução de suas análises, pesquisas e formulações teóricas. Claudio Marra desmistifica e emerge para o plano da ponderação o quão à moda fora e é significativa para a linguagem e expressão fotográfica.
Podemos acompanhar a “aula” que o autor nos proporciona, através do texto de estilo leve e bastante claro, desvelando as várias maneiras que grandes fotógrafos conduziram suas carreiras ao trabalharem com fotografias de moda.
Claudio Marra elenca alguns dos baluartes que travaram com esse universo imagético possibilidades de autenticidade no âmbito da criação artística. Ou seja, o livro ratifica uma questão instigante, que para muitos é observada de soslaio, sobre o valor da fotografia de moda. Nesse ponto, Marra aborda questões fundamentais sobre a história da fotografia por esse viés.
Cai assim por terra o estigma de superficialidade e banalidade que ronda (às vezes veladamente, outras vezes nem tanto) a produção dos fotógrafos de moda. Para os profissionais que passam por esta crise, o livro exorciza tais fantasmas e serve como terapia intensiva de como o olhar de cada um pode conduzir as relações entre realidade e aparência, moda enquanto expressão social e cultural e construção de identidade.
Ao conjugar semiótica e fundamentações teóricas de grandes autores que refletiram sobre a fotografia, Marra revela a complexidade do fazer fotográfico. Por mais que seja fruto de uma demanda, de uma linha editorial, de um costureiro, das “linhas” e formas de um simples vestido, o fotógrafo detém o ofício e sua idiossincrasia. O mecanismo resolutivo entre esses dois pontos pode vir a constituir rupturas, deslocamentos e soluções poéticas contundentes.
O que dizer de grandes mestres que escreveram seus nomes na história da fotografia: Richard Avedon, Edward Steichen, Man Ray, Muncaksi? Em Nas Sombras de um Sonho, encontramos a história e as considerações oportunas e didáticas para além do gostar aparente.
O livro de Claudio Marra é mais uma prova que a fotografia de moda é respeitável, vívida, simbólica e profunda.

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Retratos da Luz - Foto ©2009 Mateus Sá

Retratos da Luz - Foto ©2009 Mateus Sá

A organização do “Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco 2009” está em plena ebulição, com perspectivas muito sólidas, indicando que esta será a edição mais rica e plural das quatro já realizadas; uma das principais características da versão 2009 do festival é preocupação com a descentralização da fotografia brasileira, riquíssima mas vastamente desconhecida pela maioria.
Alguns estados (Rio Grande do Sul, Rio, São Paulo e Bahia), que já concentraram as atenções de expositores e publicadores, agora tem por companhia a fotografia de alta qualidade que chega, fazendo barulho, de outros estados. Galeristas e a mídia especializada começam a perceber a importância da fotografia feita em localidades como Pará, Ceará, Paraná e Minas Gerais, entre outras.
Mas o movimento mais substancial tem sido o de Pernambuco. Efervescência de talentos, jovens ou já consagrados, o fotógrafo pernambucano faz da união sua maior força, e em bloco determinam caminhos contundentes e importantes para a fotografia brasileira. Onde mais 23 fotógrafas se uniriam para fazer algo como o grupo Vixemarias, primeiro projeto pernambucano formado apenas por mulheres para discutir a arte fotográfica?
Isso em 2004!
Por isso o Paraty em Foco deste ano terá uma “Noite Especial da Fotografia Pernambucana”, contando com a presença de Eduardo Queiroga, Alexandre Belém, Pio Figueiroa e Rodrigo Braga; durante toda a semana, a presença da Arte Plural Galeria como  convidada, expondo fotógrafos pernambucanos; Alexandre Belém, do “Olha, vê” entrevistando ao lado de Eder Chiodetto os fotógrafos Alexandre Sequeira (PA) e Rodrigo Braga (PE), que vão falar de “fotografia e auto-representação”; Cia de Foto (que tem o pernambucano Pio Figueroa como um de seus integrantes) participando tanto como entrevistados, como animando as baladas noturnas de Paraty.
Pernambuco para tudo que é lado!

Inframargem - ©2009 Gustavo Bettini

©2009 Gustavo Bettini

Eu, particularmente, tenho uma ligação cada vez mais forte com Recife; seja através da sempre gentil acolhida de Fernando Neves e Luciana, da Arte Plural, para participar de workshops, debates e conversas fotográficas, seja através da regional da Fototech, tenho conhecido e me encantado com o material produzido pelos fotógrafos locais. Alguns se tornaram meus amigos, como Gustavo Bettini, Alexandre Belém e Fernando Neves; outros eu passei a admirar, como Roberta Guimarães (professora de fotografia da AESO e fundadora da agência Imago), e Georgia Quintas (Doutora em Antropologia pela Universidade de Salamanca e autora do excelente livro “Man Ray e a Imagem da mulher”).

"Man Ray e a Imagem da mulher", livro de Georgia Quintas

"Man Ray", de Georgia Quintas

Correndo o gravíssimo risco de deixar de lado nomes importantes, por puro desconhecimento de minha parte, atesto que os recentes trabalhos que tenho visto e que me impressionaram bastante são:

Claro que com a distância, é mais fácil acompanhar o que acontece por lá através dos blogs fotográficos pernambucanos, que são vários e excelentes; destaco aqui o já famoso “Olha, vê”, do Belém; o “AF de AutoFoco” do Afonso Jr; o “Fotograficaminhamente”, da Luciana Cavalcanti; o “A imagem de fora e de dentro”, de Georgia Quintas; e, claro o Cia de Foto, que apesar de não ser totalmente pernambucano, é imperdível.

E por falar em blogs, divulgo em primeira mão a boa notícia; durante o Paraty em Foco, haverá o 1º Encontro da Blogosfera Fotográfica, projeto inovador que;  “Será diverso e colaborativo, um lugar para apreciar belas imagens e deleitar-se com pensamentos das mais diversas cabeças. Um blog refratário da blogosfera fotográfica que o país tem atualmente.” O blog vai para o ar definitivamente durante esta semana.
Gostou?
Então não deixe de ver o Flickr do Paraty, com fotos dos participantes e alguns convidados, pois já está bombando!

UPDATE: Pra quem está questionando a escolha das imagens, me parece óbvio: o nascimento de uma nova fotografia contemporânea.
UPDATE: Pra quem quer ler uma resenha completa do Juan Esteves sobre o livro da Georgia, basta clicar aqui !

Foto: Cia de Foto

Foto: Cia de Foto

Para encerrar, o Alexandre Belém me envia este pequeno texto-depoimento, que reproduzo abaixo:
“Sem dúvida, Alcir Lacerda (o Seu Alcir) é o nosso mais importante fotógrafo ainda em atividade. Grande fotógrafo, Seu Alcir é referência. Fez fotojornalismo, fotos da sociedade, casamento e publicidade. Tem paisagens maravilhosas e seus preto e branco são belos. De forma direta ou indireta, Seu Alcir teve participação efetiva na formação de uma geração, na qual me incluo. Desde 1957, mantém o laboratório ACÊ Filmes. Frequentei, quase que diariamente, a ACÊ quando ainda não tinha o meu laboratório. Diariamente, levava o filme, buscava o contato e voltava para copiar.
A Fotografia Pernambucana, nos últimos quarenta anos, esteve muito ligada ao fotojornalismo e às redações dos jornais. Analisando uma linha histórica, a maioria dos fotógrafos pernambucanos já passou ou tem alguma ligação com as redações.
No começo dos 90, surgiu a Imago Fotografia. Começava o conceito de agência fotográfica no Estado. A Imago era formada por Breno Laprovítera, Fred Jordão, Daniel Berinson, Jarbas Júnior e Roberta Guimarães. Todos passaram pelo Jornal do Commercio. Em 1995, surge a Lumiar Fotografia que era formada pelos fotógrafos Leo Caldas, Geyson Magno, Eduardo Queiroga e eu. A Lumiar foi um marco na fotografia pernambucana ao conseguir que os veículos de comunicação do sudeste “confiassem” no profissional do nordeste. A Lumiar passa então a atender a demanda de pautas editoriais (vinda de fora) no estado e no nordeste.
Hoje, passados vinte anos, boa parte dos fotógrafos ainda passam e se formam nas redações. Uma geração maravilhosa.
Vou citar nomes, sabendo que esquecerei de vários, me perdoem: Beto Figueiroa, Mateus Sá, Gustavo Bettini, Alcione Ferreira, Marcos Michael, Rodrigo Lôbo, Chico Porto, Barbara Wagner, Helder Tavares, Arnaldo Carvalho, Alexandre Severo, etc, etc. Alguns, já radicados em outros estados, como Pio Figueiroa, Gilvan Barreto, Heudes Régis (potiguar de nascimento) e Ricardo Labastier.
Paralelamente, temos autores que trabalham com a fotografia com maestria, como Rodrigo Braga e Bruno Vilela. E uma geração que considero que irá brilhar nos próximos anos (na realidade, já estão se destacando). É o caso de Priscilla Buhr, Fernanda Mafra, Bernardo Dantas e Claudia Jacobovitz.”

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Paris - ©2009 Cláudio Edinger

Paris - ©2009 Cláudio Edinger

O site do 5º Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco já está com programação no ar, e o que é mais bacana, Flickr, YouTube e Blog vão disseminar tudo de bom que rola sobre o Festival (e no Festival, com transmissões em tempo real).
O Flickr já está rolando, com pequenos ensaios fotográficos de participantes e convidados; Cia de Foto, Garapa, Alexandre Belém, Eduardo Muylaert, Loretta Lux, Claudio Edinger, entre muitos outros do mesmo quilate, já tem as fotos disponíveis.
Para ver a programação do festival, clique aqui!
Para ver as fotos no Flickr, clique aqui!

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Jessica's Portrait  ©2008 Clicio Barroso

Jessica's Portrait ©2008 Clicio Barroso

donatella

Donatella Versace

Muito estranho o país em que hoje vivemos.
País que traz importada da América a cultura da juventude eterna, com todos os seus distorcidos corolários, porém sem os bons vícios. Que preza o obsessivo culto ao corpo, o fotoxópi físico, insaciável por liftings, botoxes, lipoaspirações e cirurgias plásticas tão desnecessárias quanto perigosas, que produzem fenômenos grotescos como Michael Jackson ou Donatella Versace (ver imagem ao lado), mas que ignoram o que realmente interessa. Arte, cultura, conteúdo.
E o que isso tem a ver com fotografia e fotógrafos?
Tudo.
A forma com que a maioria de nossos grandes artistas são ignorados, destratados, ridicularizados e, por fim, financeiramente levados à penúria é cruel para dizer o mínimo; o fato é que sem o respeito do mercado contemporâneo, e daqueles jovens que para com os mestres deveriam ter uma consideração especial (já que daquela fonte bebem, e muito), os grandes se tornam cada vez mais pequenos, até que desaparecem por completo.
E por fim morrem.
É a partir deste momento que a ironia se impõe, pois os que até ontem estavam esquecidos, subitamente se tornam grandes novamente. Homenagens póstumas acontecem de todos os lados, os preços das obras esquecidas num canto por falta de compradores repentinamente  sobem às nuvens, textos, imagens, matérias, livros são produzidos as pressas, e o “nosso” fantástico artista vive enfim seu resgate de glória.
Inútil, posto que dela já não pode aproveitar nada…

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Love Transfers, 1996. ©2009 Clicio Barroso

Love Transfers, 1996. ©2009 Clicio Barroso

Depois de 50 comentários, 30 twits, e muita discussão boa, vou emitir minha opinião pessoal sobre a existência ou não do talento inato.
Mas antes disso, vamos a pergunta original, que estava aqui:
Talento não existe. Não?

“Talento não existe. O que conta é cultura, treinamento e esforço.”

A maioria esmagadora das mulheres disse que talento inato existe, algumas sem justificativa científica, outras justificando parcialmente. Foram usadas palavras como desejo, dom, vocação, inclinação, predisposição. Muitos homens ficaram com a mesma opinião das mulheres; o resto ficou dividido entre simplesmente não acreditar em talento inato, não poder acreditar já que este não pode ser comprovado, ou acreditar parcialmente.
Foi riquíssima a variedade de comentários, e aprendemos bastante com todos eles.  Agradeço a todos (e foram muitos!) que generosamente contribuiram aqui mesmo, ou no Twitter e Facebook.
Uma das conclusões a que cheguei foi que a maioria dos fotógrafos bem-sucedidos acredita em algum tipo de talento, vocação, inclinação que os levou a ter sucesso; a maioria dos fotógrafos diletantes ou curiosos não acredita em talento, mas sim em força de vontade e estudo.
Eu me coloco, imbuído de sabedoria oriental, no “caminho do meio”. Por razões geográficas, genéticas, culturais e sociais (incluindo incentivos afetivos e direcionados), o que chamamos de talento pode surgir bastante cedo. Uma inclinação para determinada atividade, porém, não vai longe sem oportunidade nem estímulo, e estes podem ser de qualquer tipo, incluindo o instinto de sobrevivência. Em seguida vem a vontade, o esforço pessoal, a dedicação; e por fim, o estudo profundo daquela atividade, mesmo que isso signifique a repetição quase infinita dos gestos, movimentos, atitudes ou palavras.
O talento é uma soma de todos estes requisitos, sintetizado e aplicado a pessoas.
Mas claro, esta é apenas mais uma opinião, humilde e imprecisa como todas as outras!

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©2008 Clicio Barroso - Patrícia no Breu

©2008 Clicio Barroso - Patricia no Breu

Quando postei aquele pequeno artigo sobre o aprendizado fotográfico, que gerou mais de 80 comentários, algumas conversas paralelas me chamaram a atenção; a mais curiosa foi a argumentação de alguns fotógrafos recusando-se a aceitar o talento como uma ocorrência natural, como predisposição inata do indivíduo a alguma habilidade específica.
Eu me reservo o direito de dar a minha opinião (já formada), depois dos seus comentários…

Dicionário:
Talento

subst m
talento [ta’le˜tu] – grande capacidade em certos domínios; ter talento para a pintura, música, fotografia.
Alguns comentários foram bem fundamentados, como aquele do Ivan de Almeida (do Fotografia em Palavras), mas não a ponto de me convencer.
Pois bem, curioso, postei a mesma afirmação, em português e inglês, no Twitter e no Facebook :
“Talento não existe. O que conta é cultura, treinamento e esforço.”

As respostas foram impressionantes!
Mostro aqui um apanhado do que pude recuperar (ah, o efêmero da Web…), e gostaria muito de saber a sua opinião!

TWITTER

@gioduarte: Concordo, acredito menos em talento e mais na aptidão, vontade, coragem e esforço.
@macarios: Acho que experiência: erro/acerto “x” vezes faz você ter talento.
@allysoncorreia: Discordo totalmente! O que (normalmente) funciona melhor é a combinação destas duas coisas. Talento natural + Estudo/treinamento.
@andrerusso: I don’t. Try to play drums if you don’t have timing and rhythm… it’ll be a mass… 8 years learning keyboard shown to me.
@fabriciasoares: Não concordo!
@pedroalexandria: Acho que o talento está em você saber usar tudo isso.
@erikalais: Acredito que alem de treinamento, cultura e esforço, tem certas pessoas que já nascem com sei lá o que, um dom talvez, aptidão …
@AngeliBraga: Não concordo. Como se explicaria, então, aquele “je ne sais quoi” de alguns artistas, coisas únicasque não se copia ou reproduzem…
@PaulaMarina: 30% / 70%, respectivamente.
@lojapropaganda: Treinamento, dedicação e muito esforço.
@BellaFessel: O talento é o “it” que faz a diferença. A cereja em cima do bolo. Bolo sem cereja pode até ser bom, mas não é maravilhoso. Capisce?
@uelitonsantos: Talento conta um pouco sim… Dedicação, esforços e estudos é o complemento para se chegar a excelência…
@erikaverginelli: Eu acho q tem gente q ja nasce c um talento sim. Ex: pessoas q só de escutarem 1 vez uma música já sabem tocá-la no piano ou violão! Essa pessoa nasceu c talento, dom. O mesmo acontece c pintores, etc. Mas é claro q o esforço, estudo e dedicação aprimoram isso 🙂
@laguiar: eu não concordo…
@fgi56_foto: Não. Posso conhecer, treinar,me esforçar e mesmo assim não vou ser contratado pela Inter. Acho que tenho duas pernas esquerdas, rsrs
@lenteaberta: Tudo isso (cultura, treinamento, esforço) é oq faz 1 bom, as vezes excelente, fotógrafo. O fotógrafo genial tem td isso + talento…
@FF_fotografia: Pra mim talento existe, mas sem cultura, treinamento e esforço ele não segura a onda sozinho. Abraço.
@fabriciovianna: Discordo, o talento é o que nos leva a querer aprender mais, podemos aprender a dominar a tecnica mas não o olhar, a paixão…
@retorta: Cultura, esforço e treino são 90%, mas o talento é uma predisposição natural para algumas actividades, são os 10% que te elevam.
@flavita_v: Concordo em termos, mas não dá pra negar q existe varíavel subjetiva em alguns casos. Daí a gnt chama de talento ;o)
@lord_assis: Talvez talento não exita mesmo… mas o dom todo mundo tem em áreas específicas… não seria um bom médico, com mãos inquietas.
@fdelfini: Concordo em partes pois talento existe e é uma facilidade de aprender algo, mas mesmo assim ninguém nasce sabendo.
@aoqui: Acho que existe todo tipo de ser humano. O que tem o dom, o que tem um pouco de talento e precisa estudar mais do que os outros para se firmar, e aquele que vai morrer sem saber fazer nada. Mas respondendo a pergunta… acho que talento existe sim.
RT @aoqui: Exemplo de talento nato: http://bit.ly/Q1qK4. Esse não tem nem idade suficiente pra ter estudado tanto.
@viniciusmatos: Acredito em talento inato mas sempre andando junto com oportunidade! O que seria de Mozart sem seu piano aos 6 anos?
@fabianophoto: Discordo… Talento existe, e sim ! Claro.
@fonsecaa: Talento sim!  Mas só ele não basta, para se tornar diferenciado somente com muita cultura, treinamento e esforço.
@renatotarga: Se você pensar que talento é o resultado das experiências de vida e cultura de uma pessoa, aí ele entra na equação, junto com resto

FACEBOOK

Pepe Mélega at 9:32am May 22
No, raw talent is there, but it has to be cut by culture, education, and sweat.
Não, o talento bruto existe, mas ele tem que ser lapidado pela cultura, educação e suor.

Luiz A C Ferreira at 10:43am May 22
Concordo com o Pepe, quando não se tem talento, nem com todo o suor do mundo 🙂

Carlos Takeda at 11:31am May 22
90% suor, 10% inspiração!

Paula Da Silva Italy at 1:36pm May 22
Como eu sou uma pessoa pragmatica e simples, vejo assim: raw talent is nothing if you don’t polish it with culture and if you don’t work HARD (sweat) on the humblest earthy details.
In fact I agree with Clicio. Too many “raw talents” wasted away, dying of hunger, “uncompris” – just because they thought that they didn’t need to work once they were blessed with talent.
Escrevi em ingles porque Clicio citou em ingles.

Laura De Nigris at 4:28pm May 22
Todo mundo tem algum talento e alguma forma de cultura.
O resto é questão de timing, trabalho, e marketing.
Mas não esqueçamos que existe o fator sorte. Tem gente por aí que não mexe um dedo e é descoberta… patrocinada…. the lucky ones!

Você concorda?
Responda aqui mesmo!


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Suavizar Peles, em Português

Suavizar Peles, em Português

Assistir o Episódio 08 online – Suavizando Peles
Para suavizar a pele em fotos de retratos, o Lightroom 2.0 nos traz duas estratégia básicas, ambas usando o slider de Clarity.
Vamos ver qual das duas é mais adequada!
Este episódio, curto (cerca de 6 minutos), pode ser visto em inglês ou em português!
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