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podcast 13

Episódio 13 - Lightroom 3 Beta | foto: Clicio | tratamento: Digital Imagens

Assistir o Episódio 13 online – Lightroom 3 Beta
O Adobe Lightroom já tem uma versão Beta, pública, que pode ser baixada e testada de graça.<br />
Muitas novidades: Engine de processamento *totalmente* reformulado, painel “Publish”, nova janela de importação, ferramenta “Grain”, “Noise Reduction” bastante melhorado. Veja como usar as novidades do LR3 Beta com facilidade!.
Este episódio pode ser visto online ou baixado para seu computador ou celular.
RSS direto para subscrição (iTunes, iPhone, iPod, browsers, mail)
Para ver todos os episódios do podcast, clique aqui!

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Adobe® Lightroom 3 Beta

Adobe® Lightroom 3 Beta | Foto: Pepe Mélega - Panasonic GF1

A Adobe® acaba de disponibilizar sua nova versão 3 do Lightroom®, ainda Beta, para feedback dos usuários.
O link para download é no site Adobe Labs, e uma série de mudanças devem ser testadas em relação a versão atual, a 2.5.
Não é necessário possuir uma licença para usar esta versão Beta.
Atenção: Esta versão é apenas de testes, provavelmente com todas as configurações e ferramentas diferentes da versão final.
O mais importante é não importar seus catálogos de versões anteriores para o LR3 Beta, e não usar esta versão para trabalhos do dia-a-dia.

10 principais destaques:
1-) Performance e qualidade de imagem; o aplicativo foi reescrito para que um único catálogo possa ser usado, sem perda de performance, com os arquivos de alta resolução e peso das câmeras modernas. Mais imagens podem ser gerenciadas nesse catálogo. No quesito qualidade, um novo algoritmo de “demosaicing” foi utilizado no processamento de imagens Raw (ou DNG), privilegiando tanto a redução de ruídos quanto a nitidez; é possível a escolha do novo processamento ou do antigo, em imagens já processadas anteriormente em outras versões do programa.
2-) Janela de Importação: Totalmente redesenhada, com versão expandida ou compacta, mais integrada com o visual do LR e mais intuitiva.
3-) “Publish Collections” que fazem upload de imagens para o Flickr e iPhones, direto do Library. Possibilidade de ler os comments do Flickr de dentro do Lightroom.
4-) Nova ferramenta de grão (Grain) e vinheta (Vignette) com mais controles, “Color Priority” e “Highlight Priority”.
5-) Exportação do Slideshow, em formato .mov, com música, H.264 movie format.
6-) Marca d’água flexível, com diversas opções de posicionamento e efeitos.
7-) Backup ao encerrar o programa, ao invés de backup no início (adorei essa!).
😎 Lightroom 3 importa arquivos CMYK.
9-) Coleções no módulo Develop.
10-) Qualquer cor pode ser usada como fundo da imagem no módulo Print.

Lightroom Beta e o Adobe Camera Raw: O processamento avançado do LR3 ainda não está implementado no ACR; ao usar o LR3 para processamento de suas imagens, o resultado pode ser bastante diferente do resultado do Camera Raw 5 plugin. Este sincronismo só vai acontecer na versão final do Lightroom 3.

ATENÇÃO: NÃO USE o LR3 Beta para seu trabalho, esta é apenas uma versão de testes.

Links para informações mais detalhadas deste lançamento:
Tom Hogarty – Lightroom Journal Blog
Adobe (fórum) – Lightroom 3 at Labs
Sean McCormack – Lightroom Blog
Richard Earney – Inside Lightroom
Jeffrey Friedl – Jeffrey Friedl’s Blog (Plugins)
Victoria Bampton – Lightroom Queen
Gene McCullagh – Lightroom Secrets
Melissa Gaul – Melissa’s Twitter
Ian Lyons – Computer Darkroom
John Beardsworth – Beardsworth News
Download do Lightroom 3 – Adobe Labs

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Photo: Mannie Garcia - ©2009 AP - Art: Shepard Fairey

Photo: Mannie Garcia - © The Associated Press 2006 - Art: Shepard Fairey

Incrível.
Veja que imbroglio; o famoso designer, artista e ilustrador Shepard Fairey admite na justiça ter mentido e tentado destruir provas, na tentativa de se defender da ação na justiça norte-americana que a AP (Associated Press) havia iniciado contra ele por infração de copyright. Com isso, a AP reforça o seu processo contra Fairey.
O Pictura Pixel já havia tentado desembaraçar esta história em janeiro, vejam aqui (imagem original, com metadados).
Vou explicar melhor; a Associated Press é uma cooperativa que produz, adquire e licencia textos e imagens para a imprensa mundial; no caso em questão, a AP comprou do conhecido fotojornalista Mannie Garcia os direitos de licenciamento da imagem (uma foto) de Barak Obama, e portanto o copyright passou a ser da AP, e não de Mannie; Fairey, sem conhecer a autoria, se apropriou da imagem e criou o famoso poster “Hope”, que ajudou a eleger Obama.
O problema é que “se apropriar”, segundo Fairey, poderia ser um ato legítimo baseado no direito do “Fair Use”; ele modificou e pintou a foto suficientemente para transformá-la em um ícone, o que muita gente, incluindo Andy Wharol, já havia feito no passado. Mas a AP não gostou disso, e ameaçou processar Fairey.

Marilyn, por Andy Warhol

Marilyn, por Andy Warhol

Quando Fairey foi ameaçado, entrou por sua vez com uma ação contra a AP em fevereiro, dizendo que não tinha usado aquela imagem, mas sim uma parecida; e a AP contra-atacou processando o artista em março, respondendo:
1-) que era a foto de Mannie sim, e
2-) mesmo que não fosse, Fairey não poderia tê-la alterado, segundo um dos princípios da AP: “AP pictures must always tell the truth. We do not alter or manipulate the content of a photograph in any way.”
O que aconteceu em seguida foi uma vergonha; Fairey mentiu para defender sua versão, apagou arquivos originais, e só admitiu publicamente isso nesta semana, retirando o seu processo contra a AP e contra Mannie.
A declaração de Fairey pode ser vista aqui e aqui.
Como pode acontecer? Cobiça? Advogados mal intencionados? Indústria do processo?
Muitos advogados defendem a posição da AP; muitos artistas defendem Fairey; poucos se importam com Mannie, o fotógrafo.
O que está em pauta, é que aparentemente o simples ato de fotografar se transformou em um perigo real.
Se o fotógrafo cede seus direitos, fica sempre no prejuízo; se preserva seu copyright, muitas vezes não vende a foto; e se fotografa gente, pessoas, é melhor enfiar seus cartões na gaveta, pois sem autorização nem cachorro, nem prédio pode mais ser fotografado.
Conto um caso curioso; um famoso estúdio de São Paulo fotografou pessoas que se exibiam em um evento temático, e que se dispuseram a posar para suas lentes voluntariamente. As fotos nada tinham que pudessem denegrir nem constranger os voluntários, eram simples retratos posados. 90% dos fotografados assinaram uma autorização simples, um model release básico, mas com alguns poucos não houve tempo  hábil para isso. Pois bem, uma das fotos foi vista como thumbnail na Internet por um dos fotografados sem release, e o estúdio foi processado por falta de Licença de Uso de Imagem. A quantia pedida, exorbitante, suficiente para que o fotografado nunca mais precisasse trabalhar na vida. O estúdio, se condenado, quebra, vai a falência.
É justo? Quem afinal ganha com isso? O Martin Parr em sua entrevista no MIS de São Paulo, quando perguntado disse que nunca pediu model release a ninguém, e que nunca foi processado por este motivo; e acrescentou que na Europa não havia essa preocupação, que chamou de “norte-americana”.
A minha conclusão como fotógrafo é que sim, estamos vivendo uma paranóia muitas vezes promovida por advogados, e completamente distante de nossos costumes e hábitos, imposta, e que prejudica tanto a quem processa (muitas vezes nós, fotógrafos) quanto a quem desmesuradamente é processado (pedir um milhão por uma foto 3×4 publicada indevidamente no rodapé do jornal de bairro me parece absurdo total).
Eu só processaria a quem usasse minha imagem deliberadamente e ostensivamente para ganhar muito dinheiro, tentando me enganar. Não se for usada no portfólio da modelo, em seu site, ou no Orkut de algum garoto que pensa em me homenagear e não entende de leis. Não faz sentido.
E só aceitaria ser processado se usasse a imagem das modelos que fotografo deliberadamente e ostensivamente para ganhar muito dinheiro, tentando enganá-las. Não em meu portfólio, ou promovendo as meninas em meu blog.
É senso comum, é óbvio, e deveria ser sempre pensado desta maneira.
Ou estou me iludindo?

Update 01: Novos documentos foram publicados pelo PDN. Veja aqui!

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Equilíbrio  |  ©2006 Clicio Barroso

Equilíbrio | ©2006 Clicio Barroso

“O pêndulo e a imagem”, é um artigo originalmente publicado na Ed. n# 27 da revista Photo Magazine, sobre o uso exagerado do Photoshop.

Já há muito tempo se tem falado e discutido sobre o uso abusivo e exagerado do tratamento de imagens, suas consequências para a fotografia contemporânea, e seu óbvio distanciamento da realidade da captura. O assunto é polêmico e merece uma reflexão mais apurada, sem levar em consideração apenas a diversão e comicidade dos absurdos postados em sites como o Photoshopdisasters, mas também discutindo a necessidade e as consequências éticas de se transformar radicalmente as fotos, sejam elas comerciais ou autorais.
O estranho é que o principal aplicativo para se processar fotografias acabou se tornando um verbo; “Vou photoshopar aquela, esta ainda não está photoshopada…” dizem os que dele se utilizam, mas a verdade é que o programa sozinho não faz nada, nem é capaz de modificar ou alterar realidade alguma. O problema está certamente com o operador, com o cliente e com quem consome estas imagens.
O que deveria ser apenas uma excelente ferramenta de ajustes tonais, cromáticos e de pequenos retoques, acabou se tornando, nas mãos de usuários inábeis, em vilã da modernidade. O Photoshop é certamente poderosíssimo, e possui mais de 5 mil comandos e menus, permitindo desde o processamento básico e necessário da imagem Raw (através do plugin Adobe Camera Raw), até fusões complexas envolvendo módulos de 3D e vídeo. Isso possibilita, caso assim se deseje, um completo distanciamento visual da imagem daquilo que pode-se considerar como a sua origem, que é a captura digital ou a digitalização de filmes. Muitas vezes este distanciamento é intencional, mas pode ser meramente acidental.
Este poder quase ilimitado de manipulação tem sido usado comercialmente pela publicidade, pelas editoras de revistas e pelo jornalismo, provocando uma mudança profunda no modo de se olhar fotografias, alterando nossa percepção visual e fazendo com que a imagem que era perfeitamente aceitável há dez anos em termos de qualidade, seja agora considerada “tosca”, mal acabada. Quanto mais jovem é o observador, mais este fenômeno se torna evidente, e exemplifico: Tenho duas filhas que praticamente nasceram com o mouse nas mãos, uma de doze e outra de quinze anos. Ambas cresceram vendo-me trabalhar com tratamento de imagens, e comprovando os resultados antes-depois, o que as permitiu desde cedo desenvolver um senso crítico em relação às fotos que observam nas revistas e nos anúncios de publicidade; pois bem, fotos que não sofreram nenhum tipo de tratamento além dos estritamente necessários (ajustes de contraste, balanço de brancos e cores) são por elas consideradas “não-acabadas”, e imediatamente chamam sua atenção. O difícil é explicar que aquilo que estão vendo é muito mais próximo da realidade da captura do que um excesso de manipulação, pois o seu modo de ver imagens já está contaminado, viciado na pós-produção digital.
O pior, porém, é o fato de percebermos a decadência progressiva da qualidade destes tratamentos; o ofício que já foi domínio absoluto de especialistas e fotógrafos, passou a ser disponível a todo e qualquer indivíduo que possua um computador e um aplicativo gráfico instalado, fazendo com que aberrações de todas espécies fossem aceitas, publicadas e muitas vezes elogiadas.
No caso de fotos de pessoas, é praticamente obrigatório o uso exagerado das ferramentas de suavização de peles, ou de ajustes estruturais tais como afinar cinturas, tirar celulites, eliminar as rugas e aumentar a estatura. E não apenas é exigência das publicações, mas também dos próprios fotografados! Porém, quando são feitos por quem não tem noção de luz e sombras, proporções, anatomia e texturas, os resultados tendem a ser catastróficos. Por outro lado, mesmo aqueles profissionais que possuem as habilidades técnicas para realizar o trabalho com perfeição, são muitas vezes levados ao exagero por imposição de quem os contrata, aqueles que assinam o cheque, que obviamente deveriam estar cuidando de outros assuntos e deixando o bom profissional decidir qual é o limite do verossímil, do ético e do estético.
A doença parece ter se tornado crônica, pois nos últimos meses uma enxurrada de absurdos tem sido publicados e criticados, desde a famosa “pele de plástico” das capas das revistas femininas, até o embelezamento vergonhoso de zonas de conflito pelo fotojornalismo, como recentemente aconteceu com as fotos do Irã.
Concluímos assim que recentemente o pêndulo do inaceitável atingiu seu ápice, e para voltar ao ponto de equilíbrio uma contra-proposta está se apresentando: o uso do “não-Photoshop”. Fotos sem maquiagem, sem processamento algum além daquele efetuado pela câmera, sem tratamento de nenhuma espécie. É uma tendência que toma corpo e tem se intensificado com o passar das últimas semanas, mas que tem encontrado forte resistência, pois apesar do entusiasmo dos fotógrafos e editores que a apóiam, o público não consegue mais enxergar beleza no que está próximo a realidade cotidiana. Pensa que a fotografia tem que ser alterada,  glamurizada.
Minha opinião é que a própria inércia (e a gravidade) vão trazer de volta o equilíbrio desejado ao pêndulo; fotos processadas que exibam o olhar do autor, ou fotos tratadas que tenham um fim comercial definido, vão ser menos falsas e mais próximas da realidade tangível, retomando a sensação de verdade que sempre acompanhou a fotografia mais direta, o “espelho com memória” que tanto nos fascina; e o Photoshop, bem utilizado, vai continuar dominando as operações de processamento/ajustes/retoques, absolutamente necessárias e inevitáveis quando se trata de fotografia digital.

Update 01:  Artigos relacionados: Fotoxópi, Polêmica, Phase One, Things Clear, Gente Normal.
Update 02: Mario Amaya também colocou o assunto em xeque na Photoshop Creative, veja o blog.
Update 03: Este artigo está diretamente relacionado as falhas do ensino fotográfico.

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© Loretta Lux, Courtesy Yossi Milo Gallery, New York and Torch Gallery, Amsterdam

© Loretta Lux, Courtesy Yossi Milo Gallery, New York and Torch Gallery, Amsterdam

Há alguns poucos momentos na vida que se tornam rupturas, iluminações, upgrades sensoriais.
Hoje estou vivendo um deles.
Após ter me admirado por anos com o intrigante trabalho da misteriosa Loretta Lux, cheio de signos, carregado de nostalgias e estranhamento, tive a rara felicidade de me sentar na primeira fila para assistir a uma entrevista inédita da fotógrafa alemã, no auditório da Casa de Cultura, no Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco.
Cercada de reservas desde sua chegada, preferiu ficar fora da cidade, isolada; não se deixa fotografar, prefere calar-se, veste-se discretamente. Seu biotipo mignon, cabelos escuros, a antítese do estereótipo alemão, a transformam em transparente, invisível, despercebida, mesmo passeando pelas praças centrais da cidade de Paraty; a facilidade com que aceitou o convite para a entrevista no Brasil, avessa que é a falar sobre si mesma ou sobre seu trabalho, além de surpreendente, aumentou a já transbordante curiosidade sobre o que aconteceria de fato quando as perguntas do inteligente entrevistador Eduardo Muylaert se iniciassem no teatro lotadíssimo de fotógrafos.
E o momento chegou com um início bizarro e aparentemente enfadonho, já que com um calhamaço de papéis nas mãos e um inglês carregado, Loretta começa a descrever sua infância asséptica e desprovida de diversões em uma Dresden conhecida na Alemanha pré queda do muro como a “cidade dos esquecidos”, por não captar nem o sinal de televisão do lado ocidental. Nos conta como essa criança cinza, triste, teve a sorte de contar com avós pobres mas cultos, que nela despertaram o gosto pelos retratos clássicos, especialmente pela pintura maneirista da segunda metade do século XV europeu, o que vai ser fator determinante na estética da artista que viria a ser.
E pouco a pouco, envolvida pelo absoluto silêncio da platéia, a narrativa se mostra reveladora e fascinante.
Durante uma hora e meia, com uma cadência compassada e desprovida de sinais de emoção, a fotógrafa percorre um caminho que começa pessoal, explicando sua fuga da Alemanha oriental e sua formação em artes, continua profissional definindo sua opção pela fotografia como meio de expressão, já que a pintura é “complicada e bagunçada”, e segue por uma viagem magnífica através da história da arte daquele período final do renascimento. Tudo ilustrado com a projeção das obras dos artistas da época, principalmente os retratos de crianças, em contraponto a algumas de suas fotos mais recentes. A semelhança entre os trabalhos torna-se patente, incluindo as referências mais evidentes  como o simbolismo, as proporções menos convencionais, o ponto de vista baixo, o cuidado com as cores e seus significados psicológicos e estéticos.
Com a sequência da projeção de suas fotos mais conhecidas, segue-se uma análise cuidadosa de suas possíveis interpretações e  possibilidades, e logo torna-se clara a auto-referência, com alusões poéticas aos sonhos, aos desejos infantis de escapar para o mundo adulto, e ao paradoxo do universo adulto em sua constante busca pela volta a infância. Fala de sonhos, novamente de símbolos, de inocência; fala de técnica apoiada no tripé pintura/fotografia/digital; e da construção precisa e determinante de cores, posturas, gestos, figurinos, paisagens de fundo, na arquitetura milimetrada da imagem produzida; fala do tempo e do relacionamento com as crianças fotografadas, sempre com a postura ereta, com a voz firme e segura, com dignidade reservada.
A transparência da narração, a coerência do discurso frente as imagens, o embasamento psicológico, histórico, artístico e acadêmico, e a impossível disassociação de autor/obra, agora absolutamente evidente, tornam a minha experiência emocionante.
Loretta Lux acaba de mudar minha vida.

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Leica M9 - Com captura em DNG e Lightroom 2 incluído!

Leica M9 - Com captura em DNG e Lightroom 2 incluído!

Foi lançada oficialmente nesta quarta feira, dia 9 de setembro de 2009, a mais nova integrante da lendária família “M” de câmeras rangefinder da fábrica alemã; a Leica M9. Muitas são as novidades; 18 Mpx de resolução, sensor full-size 24x36mm, obturador super silencioso, ausência de filtro anti-moiré garantindo nitidez absoluta na captura, e ISO de 80 a 2500.
As novidades não param por aí; a câmera faz a captura Raw no formato DNG, 16 bit com ou sem compressão, e o aplicativo para processamento nativo incluído no pacote é o Adobe Photoshop Lightroom, acreditem ou não.
Depois de chocar o universo fotográfico com o lançamento da Leica S2, uma médio formato com sensor de 30x45mm de 38Mpx e preço de U$ 23 mil, e de encantar a todos com compacta Leica Digilux 4 (D-Lux 4), com 10Mpx e preço de U$ 800, a M9 completa a série de lançamentos  no formato mais tradicional da marca.
Preço?
Não perguntem. Ainda não há certeza alguma, apenas especulações… Que falam em €6.000 (seis mil euros)

M9 - Simples, limpa e poderosa

M9 - Simples, limpa e poderosa

UPDATE 01: Saiu também a Leica X1, compacta com sensor APS-C, specs bem interessantes: Leicarumors.com
UPDATE 02: Os preços da  M9  e da X1 também já estão disponíveis oficialmente:
Leica M9
: $6,995 msp ships September, will not need uv-ir, will use regular m8 accessories.
Leica X1: $1,995 msp ships January. The Leica X1 is AF, has VR, 12mp cmos sensor and available with optional viewfinder, ever ready case, grip etc.
UPDATE 03: O preço oficial de lista para a M9 foi enviado pelo Luis Marinho, representante Leica no Brasil: R$ 18.000,00.
É importante frisar que Marinho aceita encomendas antecipadas, e vários compradores já estão na fila.

E então, vamos comprar?

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