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Posts Tagged ‘livro’

©2009 Clicio Barroso

©2009 Clicio Barroso

Fiquei feliz com o post do Alexandre Belém, pernambucano de boa cepa, sobre minha exposição, lançamento de livro, palestra, mesa redonda e workshop (maratona!) que vão acontecer na semana que vem em Recife, na Arte Plural Galeria. Uma semana totalmente pernambucana.
De qualquer forma, já estava contente com o lançamento de meu livro Lightroom 2, que saiu da gráfica lindo, e que fui buscar pessoalmente em Floripa. Ficou muito melhor que as expectativas, grosso, cheio de imagens grandes, capa fosca, adorei o resultado.
Acima a Raquel Galvão, uma das muitas lindas meninas que deram um show nas fotos para a exposição, e que gravamos em vídeo.
O segundo semestre promete!

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Lightroom 2, por Clicio Barroso

Lightroom 2, por Clicio Barroso

Bom, afinal saiu o livro do Adobe Lightroom 2, que eu estava devendo a todos… As duas primeiras edições foram bem e se esgotaram, e esta nova edição foi totalmente reescrita, ganhando mais 60 páginas, imagens maiores e uma diagramação mais leve e didática.
Estou contente com o resultado.
Apesar de seguir uma ordem de uso cronológica, importando, processando, imprimindo, exportando, o livro também pode ser usado como referência, possibilitando tirar as dúvidas mais comuns consultando-se diretamente os capítulos correspondentes. Várias dicas acompanham cada capítulo, e alguns truques que podem acelerar o trabalho estão por todo o livro.
O mais bacana são as ferramentas de uso localizado, que permitem a criação de máscaras para ajustes em pequenas partes da foto, facilitando a edição e processamento da imagem.
O livro já está sendo vendido em minha lojinha online e no site da editora.
Espero que os leitores façam bom uso, pois deu muito trabalho escrevê-lo!
🙂

Update: Já se tornou um best seller no segmento, e me deixou bem feliz!

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foto ©2009 Clicio Barroso

foto ©2009 Clicio Barroso

Verso/Reverso é o nome da exposição que vou fazer na Arte Plural Galeria, e que tem abertura confirmada para o dia 5 de agosto.
Com curadoria de Simonetta Persichetti, e apoio da HP, trata-se basicamente do conceito de fragilidade da beleza contemporânea.
A  semana vai ser movimentada em Recife; dia 4, lançamento do livro Lightroom 2 na livraria Cultura do Paço da Alfândega; dia 5, palestra na AESO pela manhã e a abertura da exposição de noite; dia 6, mesa redonda com Simonetta e uma psicóloga convidada ao debate, e dias 7/8/9, workshop no fim-de-semana.
Estão todos convidados!
UPDATE: O Fernando Rabelo, editor do blog Images&Visions, generosamente postou uma nota sobre a exposição!
UPDATE 2: O sensacional vídeo de making of da última sessão pode ser visto aqui!
UPDATE 3: O amigo blogueiro Alexandre Belém, em seu “Olha, vê”, acaba de fazer um generoso post sobre a exposição. Confira aqui!

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Juan Esteves, por Erico Hiller

Juan Esteves, por Erico Hiller

Excelente a entrevista de Juan Esteves no “Olha, vê”; além de ser acompanhada de algumas das belas fotos do entrevistado, é uma leitura muito instrutiva do ponto de vista histórico, referencial, e pela clareza de idéias apresentada por Juan. Recomendo enfaticamente!
Este retrato do Juan é do Érico Hiller, autor do bonito livro “Emergentes”, que também vale a pena ser visto.

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A associação da qual sou presidente, a Fototech, tem uma parceria antiga (em forma de desconto de 10%) com a Digipix.
Como muitos sabem, eu conheço o dono da empresa, Marco Perlman, desde o início da Digipix. Nesses 4 anos imprimi inúmeros livros e prestei serviços como diagramação, gerenciamento de cores e palestras para a empresa.
Também conheço e respeito muitissimo o trabalho do Gal Oppido, um dos expoentes da fotografia nacional sob qualquer aspecto.
Em nome destas parcerias e de nosso relacionamento comercial de anos, marquei e fui a uma longa reunião para, em nome dos associados da Fototech e em meu próprio, cobrar uma posição e uma explicação da empresa sobre o ocorrido com o livro do Gal.
Depois de muito ouvir e de muito questionar, ficou claro que a Digipix entende que agiu dentro do que está escrito em seu termo de concordância; legalmente é uma decisão que preserva a empresa, que segundo a diretoria não pode comercialmente correr o risco de permitir a impressão de qualquer imagem que remotamente possa ser associada a pornografia.
Não foi a primeira vez que isso ocorreu, e nem será a última. Há precedentes, e o procedimento nos outros casos, foi o mesmo.
Entendi isso perfeitamente. Empresarialmente faz sentido (sem julgamentos morais, por enquanto).
Conhecendo o Marco e a Patrícia como conheço, também ficou claro que *não foi e nem poderia ser* uma decisão moral/religiosa. Política e empresarial, certamente, mas não moral nem religiosa.
Isto entendido, entendi também que a empresa não ter um método de analisar as imagens *antes* do trabalho ser impresso, é no mínimo imprudente. Mesmo acarretando todos os prejuízos de mais tempo, treinamento de pessoal e eventuais atrasos na produção, a recusa deveria ocorrer no início da produção. O cliente não deveria receber a notícia na última hora, com o produto já pronto e em seguida destruído.
Este certamente foi o maior prejuízo do Gal; não ter tido tempo de solucionar a impressão do seu portfólio, acarretando prejuízos tangíveis e reais ao fotógrafo (ainda sem tocarmos nos julgamentos morais).
O termo de contrato deveria ter mais destaque no site. A maioria nem o lê, e eu disse isso ao Marco, recebendo por resposta a sua decisão de aumentar a visibilidade e a importância do termo ser lido *antes* da concordância.
Agora a parte moral; eu pessoalmente, como a maioria dos fotógrafos, tenho verdadeiro horror a censura, especialmente quando envolva a nossa área, visual. Minha reação foi ficar indignado com o ocorrido com o Gal. Por outro lado, não posso nem imaginar estar nesta posição da Digipix, um dilema imenso, ter que julgar se é ou não arte, se a decisão vai melhorar ou piorar a imagem da empresa, se é o Gal, o Zé das Couves ou o Mapplethorpe.
A decisão deles (e não a vou julgar, por não ter competência para tal) foi a de não estabelecer dois pesos e duas medidas; se vale para o Zé das Couves, vale para o Gal.
Se eu, Clicio Barroso, fosse o dono da empresa, provavelmente deixaria o meu lado fotógrafo falar mais alto que o meu lado empresário, entenderia quem é o Gal Oppido, com o peso e significado do seu trabalho, e não hesitaria em entregar o livro, *mesmo colocando em risco* a imagem da empresa frente aos setores mais conservadores.
Mas eu não sou dono da empresa.
Entendo e sou totalmente solidário ao fotógrafo e artista Gal, e acho que ele saiu muito prejudicado desta história; também entendo o empresário Marco, e acho que a Digipix saiu muito prejudicada e desgastou sua imagem junto a uma considerável parcela deste nosso mercado.
Uma situação infeliz para todos, “lose-lose”.
Mas nada vai mudar o acontecido; já aconteceu, e o assunto já foi analisado por todos os ângulos possíveis, desde os mais passionais até os mais técnicos.
Uma pena, mas espero que a Digipix mude alguns procedimentos para que imbroglios como esse não voltem a ocorrer.

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