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Posts Tagged ‘Nikon’

Episodio 11 - Integrando o LR com o CS4

Episodio 11 - Integrando o LR com o CS4

Assistir o Episódio 11 online – Integração LR2/CS4
Para carregar diversos arquivos como layers, fazer panoramas, criar HDRs e converter imagens para Smart Objects, você não precisa fechar o Lightroom, pois a integração com o Photoshop CS4 permite que os comandos sejam disparados de dentro do Lightroom. Porém, para automatizar procedimentos mais sofisticados com actions, um droplet tem que ser chamado no momento de exportar do Lightroom; veja como é fácil!
Este episódio pode ser visto online ou baixado para seu computador ou celular.
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Para ver todos os episódios do podcast, clique aqui!

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janaina_weird-001

Janaína 2008

Giselle

Giselle

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Fiquei matutando no fim de semana o porquê de certas imagens sempre agradarem, apesar de muitas vezes o clichê ser óbvio; e outras, como as da série de retratos que estou desenvolvendo (exemplo ao lado), causarem tanta resistência, apesar de tão mais próximas da realidade cotidiana de nossos pequenos dramas do dia-a-dia.

Laínne

Laínne

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Já imagens mais oníricas, tecnicamente falsas, cheias de pequenos truques como esta (exemplo ao lado) que fiz para ilustrar as diferenças entre um light-painting “verdadeiro” e aqueles feitos no Photoshop, acabam tendo uma aceitação espantosa, principalmente entre os olhos menos treinados (leia-se a maioria dos usuários do Flickr). Como são mundos diferentes, mesmo usando as mesmas ferramentas para sua produção, a linguagem é patentemente outra, e as reações também o são. A origem, no entanto, é a mesma, o desejo de registrar em imagens tanto um quanto outro universo.

O que estou tentando dizer é que as imagens das quais eu gosto, pouca gente gosta; por outro lado, o que todos gostam passou a ser, no meu ponto de vista, referência da obviedade a ser evitada. Ao optar pelo caminho mais difícil, posso estar cometendo um erro enorme; só o tempo dirá!
Claro que imagens autorais devem denunciar, contar histórias, refletir sentimentos e incomodar.
Só que o incômodo causa desconforto ao observador, o que o faz (hopefully) refletir, e assim gerar a possibilidade de novas alternativas.
Acho que acordei com o dial da filosofia ligado. Vou parar por aqui e esperar os comentários…

Exif da foto da Janaína

Exif da foto da Janaína

Exif da foto da Giselle

Exif da foto da Giselle

Exif da fgoto da Laínne

Exif da foto da Laínne

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Hélio Oiticica, Invenção da cor, Penetrável Magic Square # 5, De Luxe, 1977

Hélio Oiticica, Invenção da cor, Penetrável Magic Square # 5, De Luxe, 1977

Fui, enquanto em Belo Horizonte, convidado a ir conhecer o Instituto Inhotim.
Tanto o Guto Muniz quanto o Francisco Bravim, meus anfitriões, me proporcionaram uma enorme e grata surpresa! O parque é totalmente idealizado por Burle Marx, é enorme e se dedica especificamente a arte contemporânea (dos anos 60 em diante). Além das obras de arte absolutamente stunning, o passeio em si e as possibilidades de fotos são únicas. Cada pavilhão expõe apenas um artista, e os nomes são os de gente muito, muito talentosa, como Adriana Varejão, Hélio Oiticica, Cildo Meireles, Miguel do Rio Branco, Iran do Espírito Santo, Vick Muniz, Waltércio Caldas, Tunga, entre muitos outros.
Fiquei feito bobo, fotografando tudo; compartilho neste album abaixo algumas das minhas toscas experiências em fotografar arquitetura; devem ser encaradas como fotos turísticas (o que realmente são!).

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carolLightpainting de lanterna, feito ao vivo, no Photoshop Conference, ontem.

A Carol Costa estava linda, as Maglites e Leds funcionaram (pilhas Powerex!), a captura tethered foi mais ou menos bem, e o timing em cima do necessário, sem encher o saco de ninguém (acho). Agradeço ao René, ao Pepe, ao maquiador Baby e a produção da Chris. Usamos uma Nikon D-700 com a 105mm micro VR, conectada diretamenta a um MacBookPro, e no caso das projeções, um datashow Epson. Tudo rolou bem, com exceção da conexão tethered, pois assim que o buffer da câmera enchia, a transmissão era interrompida; já tinha acontecido isso com o Wireless Transmitter, mas nunca com o cabo USB. Acho que eu tenho que fotografar mais devagar…

carol costa

Ao lado, o Light Projection também feito ontem, ao vivo, no Photoshop Conference. Tive que acertar cores e ponto de branco no Lightroom, o tempo foi curto, mas rolou. Fiquei contente com os resultados (espero que a platéia também tenha gostado!).
A foto que serviu de base para a projeção foi feita na Ilha do Breu, em Paraty, durante o workshop de 2006.
Fiz também um “fakepaint” no Photoshop, bem exagerado, que alguns da platéia chegaram a curtir, apesar de eu achar meio tosco; tipo ironico, manja? Este pode ser visto no meu Flickr , mais exatamente neste link.

O Conference este ano estava mágico!

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Ellen e o OVNI do sensor

Ellen e o OVNI do sensor

Aconteceu agora.

Fazendo uma capa de revista, com o back H25 da Phase One, no meio da sessão, sem nenhuma ocorrência estranha, as fotos começaram a apresentar uma horrível mancha verde (ver foto anexa). Fiquei apavorado, achando que tinha queimado o sensor.
Troquei de câmera, terminei o trabalho com uma Nikon D700, e voltei a testar o Phase One.
Cliquei uma, nada. Cliquei outra, nada. Cliquei várias, nada.
Misteriosamente o back voltou ao normal!
Se alguém souber a resposta deste comportamento, por favor, poste aqui…

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Nikon D3 cortada ao meio

D3 cortada ao meio

D3 cortada ao meio

Interessante o post do Tokyobling sobre a Nikon D3 cortada ao meio, registrada em uma feira de equipamentos fotográficos em Tokyo.
As imagens mostram tudo!

PS: Será que custam a metade do preço?

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Algumas fotinhos que fiz o Paraná e coloquei no Flickr, encheram alguns fotógrafos de dúvidas.
O flare proposital é efeito, defeito, brega ou chiquérrimo?
Depende.

No final dos anos 90 e início dos 2000, a indústria da moda ressucitou o visual romântico-embaçado do David Hamilton, e junto com eles os modernetes passaram a usar e abusar do flare, aquela luz “estourada” que se reflete nos elementos internos da objetiva.
Eu sempre gostei de flare, o problema maior é o controle. Se passar do ponto, estraga. Se for pouco, não rola.
O pior é tentar fazer com aquela objetiva Fukuda comprada no Paraguai por U$50. Tem gente que tenta, acaba com a foto e fica com raiva.
As fotos em sequência abaixo mostram a “busca pelo flare”, tanto na ida quanto na volta. É de se notar as diferenças de cor e de contraste quando a luz incide mais frontalmente, assim como a dificuldade do autofoco, que se perde constantemente.
O ideal é fazer com a camera no modo manual, na mão, e com o autofoco desligado.
Nas fotos abaixo, caso fossem usados os ajustes do Lightroom, cinco das seis imagens poderiam ser consideradas “corretas”.

Do "nada" ao ponto correto. Notar a falha de autofoco.

Do "nada" ao ponto correto. Notar a falha de autofoco.

Do "correto" ao exagero. Notar a perda de contraste.

Do "chocho" ao exagero. Notar a perda de contraste.

Comentários, como sempre, são bem-vindos!

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