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Montagem na Arte Plural Galeria, Recife, 2009

Montagem na Arte Plural Galeria, Recife, 2009

Estou bastante entusiasmado; a montagem das fotos para a exposição na Arte Plural Galeria ficou absolutamente demais!
Ontem foi o lançamento do livro Adobe Lightroom 2, na livraria Cultura, e hoje a abertura da mostra.
As ampliações, giclée prints em papel Hahnemühle Rag Satin (as maiores, de 1.55m por 1.10m) e Hahnemühle Rag Bamboo (as menores, de 60x80cm), ficaram excelentes, a iluminação e montagem perfeitas.
Antes que eu me esqueça, tenho que agradecer a muita gente: Fernando Neves e Luciana, da galeria, e sua equipe extremamente profissional, que cuidaram de todos os detalhes e tornaram a exposição possível e impecável; a Simonetta Persichetti, que sugeriu o nome da mostra e fez uma curadoria pra lá de inteligente, valorizando as fotos de forma que a leitura visual se tornasse eficiente e rica; a todas as meninas fotografadas, maravilhosas não importa em que estado de espírito estivessem; aos maquiadores e assistentes. Um abraço especial ao René Lentino, que me apoiou em todas as fases de preparação das imagens. E, lógico, a comunidade blogueira, que divulga, acredita e apoia: Belém do “Olha, vê“, Simonetta do “Trama Fotográfica“, Versiani do “Pictura Pixel“, Ig do “Lost Art“, Fotocolagem, Let’s Blogar, Camera 16, Paraty em Foco, CliX e todos os outros; sei que esqueci muitos, desculpem!
Ao Ivan de Almeida e ao Pepe Mélega, obrigado pelas longas conversas e paciência ao escutarem as minhas dúvidas e anseios, e a toda minha família pelo apoio irrestrito e suporte emocional.
O que importa é que ficou bacana, tá bonito na parede, e eu estou cansado e feliz.

© 2009 Alexandre Belém - As fotos são GIGANTES!

© 2009 Alexandre Belém - As fotos são GIGANTES!

UPDATE: Simonetta colocou um post sobre a expo em seu blog; obrigado, Sims!
UPDATE 2: Lúcia Adverse escreveu um generoso post sobre este trabalho; thanks, Lúcia!

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©2009 Clicio Barroso

©2009 Clicio Barroso

Fiquei feliz com o post do Alexandre Belém, pernambucano de boa cepa, sobre minha exposição, lançamento de livro, palestra, mesa redonda e workshop (maratona!) que vão acontecer na semana que vem em Recife, na Arte Plural Galeria. Uma semana totalmente pernambucana.
De qualquer forma, já estava contente com o lançamento de meu livro Lightroom 2, que saiu da gráfica lindo, e que fui buscar pessoalmente em Floripa. Ficou muito melhor que as expectativas, grosso, cheio de imagens grandes, capa fosca, adorei o resultado.
Acima a Raquel Galvão, uma das muitas lindas meninas que deram um show nas fotos para a exposição, e que gravamos em vídeo.
O segundo semestre promete!

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©2009 Clicio Barroso - clique para ver o vídeo

©2009 Clicio Barroso - clique para ver o vídeo

Simplesmente sensacional o vídeo de making of que o René Lentino fez da última sessão fotográfica para a minha exposição Verso/Reverso.
Apesar de curtinho, o vídeo mostra toda a carga emocional que a proposta das fotos provocou nas retratadas. Raquel Galvão se entregou às suas angústias de uma forma avassaladora, deixando-se envolver pelos seus fantasmas mais assustadores e devolvendo tudo em forma de imagem, que registrei sem descanso.
Foi o fecho de um trabalho que se estendeu por um ano, com muitas dúvidas e angústias de minha parte, e que se concretiza nas paredes da Arte Plural Galeria, em Recife, dia 5 de agosto.
UPDATE: Em tempo, a Raquel está confirmadíssima para a Ilha do Breu 2009, IMPERDÍVEL!

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foto ©2009 Clicio Barroso

foto ©2009 Clicio Barroso

Verso/Reverso é o nome da exposição que vou fazer na Arte Plural Galeria, e que tem abertura confirmada para o dia 5 de agosto.
Com curadoria de Simonetta Persichetti, e apoio da HP, trata-se basicamente do conceito de fragilidade da beleza contemporânea.
A  semana vai ser movimentada em Recife; dia 4, lançamento do livro Lightroom 2 na livraria Cultura do Paço da Alfândega; dia 5, palestra na AESO pela manhã e a abertura da exposição de noite; dia 6, mesa redonda com Simonetta e uma psicóloga convidada ao debate, e dias 7/8/9, workshop no fim-de-semana.
Estão todos convidados!
UPDATE: O Fernando Rabelo, editor do blog Images&Visions, generosamente postou uma nota sobre a exposição!
UPDATE 2: O sensacional vídeo de making of da última sessão pode ser visto aqui!
UPDATE 3: O amigo blogueiro Alexandre Belém, em seu “Olha, vê”, acaba de fazer um generoso post sobre a exposição. Confira aqui!

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Claudio Marra - Nas Sombras de um Sonho - foto Horst

Claudio Marra - Nas Sombras de um Sonho - foto Horst

NELLE OMBRE DI UN SOGNO
NAS SOMBRAS DE UM SONHO: HISTORIA E LINGUAGENS DA FOTOGRAFIA DE MODA
Claudio Marra, 2008, Ed.Senac
Introdução: Márcio Scavone
Tradução: Renato Ambrosio
Prefácio: Simonetta Persichetti

“Nas Sombras de um Sonho”, livro de Claudio Marra sobre a história da fotografia de moda, foi uma providencial indicação da Simonetta, pois como diz a Georgia Quintas, logo abaixo, exorcizou totalmente os meus mais antigos fantasmas.
Explico.
Desde sempre, o fotógrafo de moda foi considerado, dentre as diversas categorias fotográficas, a ovelha negra. O fútil. O vendido. A prostituta barata, cega pelo glitter e pelo luxo de gosto duvidoso. Dinheiro fácil. Passei a minha vida profissional carregando nos ombros este sentimento de culpa, por ter feito a escolha errada, o traidor do santo ofício.
E de repente não é nada disso!
Claudio inicia o seu caminho histórico e redentor indicando o contraponto que existe entre “a fotografia de moda” versus “a moda da fotografia”, um estranho e pertinente ponto de vista, embasado no fato de “moda fotografada=moda usada”, uma óbvia alusão ao análogon, a transposição física do evento que é a roupa vestida. Continua com a lembrança que a fotografia denotativa pode ser considerada um espelho com memória, e logo entra na história da fotografia de moda, lembrando que o dilema mais perturbador sempre foi do fotógrafo: posicionar a sua fotografia de modo a ser um objetivo espelho da roupa vestida, ou ser um subjetivo e envolvente meio de nos apresentar uma atmosfera onírica, irreal, de sonhos.
Desta forma, a dualidade imagem X imaginário na moda se inicia com o barão Adolf de Meyer e suas fotos suaves, flou, carregadas de imaginário conotativo, em oposição ao seu sucessor na Vogue, Edward Steichen, criador de imagens denotativas, simples e diretas, sem alusões nem preocupações que não fossem a roupa. Passa por todos os fotógrafos mais importantes de todas as décadas subsequentes, incluindo os coletivos (como a dupla Lamsweerde-Matadin), para terminar na contemporaneidade dos instantâneos de Jurgen Teller e o pornô-chic de Terry Richardson.
O livro é de fácil leitura e muito agradável, com citações importantes e teoricamente bem embasado; a única ressalva que faço é ao fato, compreensível, do autor dar um certo destaque ufanista à alguns fotógrafos italianos que não o mereceriam, mas certamente sem exageros e sem comprometer a obra.
O que mais me alegrou na leitura foi ver como Marra destaca não só a importância, já amplamente reconhecida, da fotografia de moda como documento histórico, fundamental no estudo dos comportamentos da sociedade, mas também a coloca como fator de provocação do desejo erótico, sensorial, que influencia largamente tanto a publicidade quanto o cinema contemporâneo.
Claro que tudo isso que escrevo é terrivelmente suspeito,  já que a obra elevou meu espírito de fotógrafo estigmatizado e passei a ter mais respeito por mim mesmo; por isso pedi a generosa  colaboração de quem sabe muito mais que eu, a pesquisadora e professora acadêmica Georgia Quintas, autora do excelente livro “Man Ray e a Imagem da Mulher”.
A pertinente análise de Georgia segue abaixo.
Clicio Barroso, Julho de 2009

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por Georgia Quintas
Sempre há uma satisfação, quando podemos ter em nossa biblioteca um livro que fale sobre fotografia. As edições teóricas sobre fotografia são discretas. Desse modo, Nas Sombras de um Sonho, de Claudio Marra é uma obra a se desfrutar por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque trata da temática da moda na fotografia (ou poderia ser o inverso, a fotografia na moda). E é nesse aspecto que o autor estrutura a linha imaginária de condução de suas análises, pesquisas e formulações teóricas. Claudio Marra desmistifica e emerge para o plano da ponderação o quão à moda fora e é significativa para a linguagem e expressão fotográfica.
Podemos acompanhar a “aula” que o autor nos proporciona, através do texto de estilo leve e bastante claro, desvelando as várias maneiras que grandes fotógrafos conduziram suas carreiras ao trabalharem com fotografias de moda.
Claudio Marra elenca alguns dos baluartes que travaram com esse universo imagético possibilidades de autenticidade no âmbito da criação artística. Ou seja, o livro ratifica uma questão instigante, que para muitos é observada de soslaio, sobre o valor da fotografia de moda. Nesse ponto, Marra aborda questões fundamentais sobre a história da fotografia por esse viés.
Cai assim por terra o estigma de superficialidade e banalidade que ronda (às vezes veladamente, outras vezes nem tanto) a produção dos fotógrafos de moda. Para os profissionais que passam por esta crise, o livro exorciza tais fantasmas e serve como terapia intensiva de como o olhar de cada um pode conduzir as relações entre realidade e aparência, moda enquanto expressão social e cultural e construção de identidade.
Ao conjugar semiótica e fundamentações teóricas de grandes autores que refletiram sobre a fotografia, Marra revela a complexidade do fazer fotográfico. Por mais que seja fruto de uma demanda, de uma linha editorial, de um costureiro, das “linhas” e formas de um simples vestido, o fotógrafo detém o ofício e sua idiossincrasia. O mecanismo resolutivo entre esses dois pontos pode vir a constituir rupturas, deslocamentos e soluções poéticas contundentes.
O que dizer de grandes mestres que escreveram seus nomes na história da fotografia: Richard Avedon, Edward Steichen, Man Ray, Muncaksi? Em Nas Sombras de um Sonho, encontramos a história e as considerações oportunas e didáticas para além do gostar aparente.
O livro de Claudio Marra é mais uma prova que a fotografia de moda é respeitável, vívida, simbólica e profunda.

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Retratos da Luz - Foto ©2009 Mateus Sá

Retratos da Luz - Foto ©2009 Mateus Sá

A organização do “Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco 2009” está em plena ebulição, com perspectivas muito sólidas, indicando que esta será a edição mais rica e plural das quatro já realizadas; uma das principais características da versão 2009 do festival é preocupação com a descentralização da fotografia brasileira, riquíssima mas vastamente desconhecida pela maioria.
Alguns estados (Rio Grande do Sul, Rio, São Paulo e Bahia), que já concentraram as atenções de expositores e publicadores, agora tem por companhia a fotografia de alta qualidade que chega, fazendo barulho, de outros estados. Galeristas e a mídia especializada começam a perceber a importância da fotografia feita em localidades como Pará, Ceará, Paraná e Minas Gerais, entre outras.
Mas o movimento mais substancial tem sido o de Pernambuco. Efervescência de talentos, jovens ou já consagrados, o fotógrafo pernambucano faz da união sua maior força, e em bloco determinam caminhos contundentes e importantes para a fotografia brasileira. Onde mais 23 fotógrafas se uniriam para fazer algo como o grupo Vixemarias, primeiro projeto pernambucano formado apenas por mulheres para discutir a arte fotográfica?
Isso em 2004!
Por isso o Paraty em Foco deste ano terá uma “Noite Especial da Fotografia Pernambucana”, contando com a presença de Eduardo Queiroga, Alexandre Belém, Pio Figueiroa e Rodrigo Braga; durante toda a semana, a presença da Arte Plural Galeria como  convidada, expondo fotógrafos pernambucanos; Alexandre Belém, do “Olha, vê” entrevistando ao lado de Eder Chiodetto os fotógrafos Alexandre Sequeira (PA) e Rodrigo Braga (PE), que vão falar de “fotografia e auto-representação”; Cia de Foto (que tem o pernambucano Pio Figueroa como um de seus integrantes) participando tanto como entrevistados, como animando as baladas noturnas de Paraty.
Pernambuco para tudo que é lado!

Inframargem - ©2009 Gustavo Bettini

©2009 Gustavo Bettini

Eu, particularmente, tenho uma ligação cada vez mais forte com Recife; seja através da sempre gentil acolhida de Fernando Neves e Luciana, da Arte Plural, para participar de workshops, debates e conversas fotográficas, seja através da regional da Fototech, tenho conhecido e me encantado com o material produzido pelos fotógrafos locais. Alguns se tornaram meus amigos, como Gustavo Bettini, Alexandre Belém e Fernando Neves; outros eu passei a admirar, como Roberta Guimarães (professora de fotografia da AESO e fundadora da agência Imago), e Georgia Quintas (Doutora em Antropologia pela Universidade de Salamanca e autora do excelente livro “Man Ray e a Imagem da mulher”).

"Man Ray e a Imagem da mulher", livro de Georgia Quintas

"Man Ray", de Georgia Quintas

Correndo o gravíssimo risco de deixar de lado nomes importantes, por puro desconhecimento de minha parte, atesto que os recentes trabalhos que tenho visto e que me impressionaram bastante são:

Claro que com a distância, é mais fácil acompanhar o que acontece por lá através dos blogs fotográficos pernambucanos, que são vários e excelentes; destaco aqui o já famoso “Olha, vê”, do Belém; o “AF de AutoFoco” do Afonso Jr; o “Fotograficaminhamente”, da Luciana Cavalcanti; o “A imagem de fora e de dentro”, de Georgia Quintas; e, claro o Cia de Foto, que apesar de não ser totalmente pernambucano, é imperdível.

E por falar em blogs, divulgo em primeira mão a boa notícia; durante o Paraty em Foco, haverá o 1º Encontro da Blogosfera Fotográfica, projeto inovador que;  “Será diverso e colaborativo, um lugar para apreciar belas imagens e deleitar-se com pensamentos das mais diversas cabeças. Um blog refratário da blogosfera fotográfica que o país tem atualmente.” O blog vai para o ar definitivamente durante esta semana.
Gostou?
Então não deixe de ver o Flickr do Paraty, com fotos dos participantes e alguns convidados, pois já está bombando!

UPDATE: Pra quem está questionando a escolha das imagens, me parece óbvio: o nascimento de uma nova fotografia contemporânea.
UPDATE: Pra quem quer ler uma resenha completa do Juan Esteves sobre o livro da Georgia, basta clicar aqui !

Foto: Cia de Foto

Foto: Cia de Foto

Para encerrar, o Alexandre Belém me envia este pequeno texto-depoimento, que reproduzo abaixo:
“Sem dúvida, Alcir Lacerda (o Seu Alcir) é o nosso mais importante fotógrafo ainda em atividade. Grande fotógrafo, Seu Alcir é referência. Fez fotojornalismo, fotos da sociedade, casamento e publicidade. Tem paisagens maravilhosas e seus preto e branco são belos. De forma direta ou indireta, Seu Alcir teve participação efetiva na formação de uma geração, na qual me incluo. Desde 1957, mantém o laboratório ACÊ Filmes. Frequentei, quase que diariamente, a ACÊ quando ainda não tinha o meu laboratório. Diariamente, levava o filme, buscava o contato e voltava para copiar.
A Fotografia Pernambucana, nos últimos quarenta anos, esteve muito ligada ao fotojornalismo e às redações dos jornais. Analisando uma linha histórica, a maioria dos fotógrafos pernambucanos já passou ou tem alguma ligação com as redações.
No começo dos 90, surgiu a Imago Fotografia. Começava o conceito de agência fotográfica no Estado. A Imago era formada por Breno Laprovítera, Fred Jordão, Daniel Berinson, Jarbas Júnior e Roberta Guimarães. Todos passaram pelo Jornal do Commercio. Em 1995, surge a Lumiar Fotografia que era formada pelos fotógrafos Leo Caldas, Geyson Magno, Eduardo Queiroga e eu. A Lumiar foi um marco na fotografia pernambucana ao conseguir que os veículos de comunicação do sudeste “confiassem” no profissional do nordeste. A Lumiar passa então a atender a demanda de pautas editoriais (vinda de fora) no estado e no nordeste.
Hoje, passados vinte anos, boa parte dos fotógrafos ainda passam e se formam nas redações. Uma geração maravilhosa.
Vou citar nomes, sabendo que esquecerei de vários, me perdoem: Beto Figueiroa, Mateus Sá, Gustavo Bettini, Alcione Ferreira, Marcos Michael, Rodrigo Lôbo, Chico Porto, Barbara Wagner, Helder Tavares, Arnaldo Carvalho, Alexandre Severo, etc, etc. Alguns, já radicados em outros estados, como Pio Figueiroa, Gilvan Barreto, Heudes Régis (potiguar de nascimento) e Ricardo Labastier.
Paralelamente, temos autores que trabalham com a fotografia com maestria, como Rodrigo Braga e Bruno Vilela. E uma geração que considero que irá brilhar nos próximos anos (na realidade, já estão se destacando). É o caso de Priscilla Buhr, Fernanda Mafra, Bernardo Dantas e Claudia Jacobovitz.”

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Walter Firmo na Arte Plural

Walter Firmo na Arte Plural

Conforme o post da Simonetta em seu blog Tramafotográfica, nesta quarta-feira dia 11 a Arte Plural Galeria abre a exposição do Walter Firmo , chamada “Tempos de um mesmo olhar”.
O fato da galeria ser no Recife antigo, o fato de Pernambuco ter se transformado no principal polo aglutinador de fotografia no nordeste, e a qualidade dos nomes envolvidos garante o sucesso da parceria. Sim, parceria da Simonetta com a Arte Plural, já que ela está responsável pela programação e curadoria dos eventos que acontecem por lá.

Se você for nordestino ou estiver de viagem marcada para Recife, vale a pena passar pela galeria e saudar o grande mestre Walter, poesia ambulante da fotografia brasileira!
Mais informações no blog do Belém e no blog do Afonso.

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