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Archive for 3 de fevereiro de 2009

Algumas fotinhos que fiz o Paraná e coloquei no Flickr, encheram alguns fotógrafos de dúvidas.
O flare proposital é efeito, defeito, brega ou chiquérrimo?
Depende.

No final dos anos 90 e início dos 2000, a indústria da moda ressucitou o visual romântico-embaçado do David Hamilton, e junto com eles os modernetes passaram a usar e abusar do flare, aquela luz “estourada” que se reflete nos elementos internos da objetiva.
Eu sempre gostei de flare, o problema maior é o controle. Se passar do ponto, estraga. Se for pouco, não rola.
O pior é tentar fazer com aquela objetiva Fukuda comprada no Paraguai por U$50. Tem gente que tenta, acaba com a foto e fica com raiva.
As fotos em sequência abaixo mostram a “busca pelo flare”, tanto na ida quanto na volta. É de se notar as diferenças de cor e de contraste quando a luz incide mais frontalmente, assim como a dificuldade do autofoco, que se perde constantemente.
O ideal é fazer com a camera no modo manual, na mão, e com o autofoco desligado.
Nas fotos abaixo, caso fossem usados os ajustes do Lightroom, cinco das seis imagens poderiam ser consideradas “corretas”.

Do "nada" ao ponto correto. Notar a falha de autofoco.

Do "nada" ao ponto correto. Notar a falha de autofoco.

Do "correto" ao exagero. Notar a perda de contraste.

Do "chocho" ao exagero. Notar a perda de contraste.

Comentários, como sempre, são bem-vindos!

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D700 com micro 105mm VR

D700 com micro 105mm VR

Desde o ano passado, estou usando uma Nikon D700 e adorando a câmera. O autofoco melhorou muito, a ergonomia continua imbatível e o sensor é milagroso quando se trata de ruído eletrônico. O que tenho usado é um corpo D700, uma objetiva AF-S Nikkor 24-70 mm f/2.8 G ED N, uma AF-S VR Micro Nikkor 105 smm f/2.8 G IF-ED N e um WT-4a Wireless Transmitter.
A decisão na hora da escolha do equipamento pode esbarrar na quantidade de siglas e acrônimos usados pelas empresas, e a Nikon não fica atrás, por isso resolvi publicar a listinha abaixo, assim como os prós e contras que tenho achado na câmera.

SOPA DE LETRINHAS?
Parece, mas cada uma dessas siglas tem um significado importante, agregando valor aos produtos.
Vamos decifrar tudo isso:
AF-S = Auto-Focus Silent. Motor de autofoco na lente, que muda automaticamente para manual.
IF = Internal Focusing. A objetiva não muda de tamanho enquanto faz foco.
ED = Extra Dispersion Glass. Cristal de alta qualidade utilizado nas objetivas.
G = Gelded. Objetivas que não possuem o anel de diafragma (apenas eletrônico).
N = Nano Crystal Coating. Sistema antirreflexo das lentes mais modernas da marca.
VR = Vibration Reduction. Redutor de vibrações, permitindo ganho de até dois diafragmas.

PRÓS:
Robustez;
rapidez e ergonomia nos comandos;
qualidade impecável de construção e acabamento;
excelente em ISOs altos, autofoco e fotometria;
LCD aperfeiçoado;
NEF em 14 bits;
alcance dinâmico alto;
Live View;
horizonte virtual;
sensor autolimpante com dimensões FX (full size).

CONTRAS:
Resolução; 12 megapixels é bem menos que a concorrência, algumas com sensores de 20 megapixels.

Com a Canon 5D MarkII em back order (a fila está imensa!!!), a Nikon aproveita para ganhar terreno e mostrar que megapixel não é tudo na vida…

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